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O vendedor Fernando comprou um carro, mas não vem conseguindo pagar os boletos. Ele está constrangido porque anda recebendo cobranças no trabalho e quer saber se precisa mesmo atender esses telefonemas. Confira as dicas da consultora Georgina Santos, da Ágilis/RH.

Segundo Marcela, consumidor quer ter acesso a benefícios
Segundo Marcela, consumidor quer ter acesso a benefíciosFoto: Divulgação

As fintechs, startups do ramo financeiro, vêm chamando a atenção dos brasileiros por oferecer serviços monetários com taxas menores e menos burocracia que os bancos. A Nubank, por exemplo, conquistou milhares de usuários no início do ano ao lançar um cartão de crédito que não cobra anuidade. E agora outra empresa está revolucionando o ‘dinheiro de plástico’. É a Trigg, cartão de crédito digital que ‘devolve’ parte do dinheiro gasto em compras na fatura seguinte.

“Não queríamos ser só mais um cartão gerenciado por aplicativos. Por isso, fizemos uma série de pesquisas para encontrar um diferencial e chegamos a este modelo que oferece cashback, ou seja, dinheiro de volta”, explicou a head e fundadora da Trigg, Marcela Miranda, contando que essa ideia também atende ao desejo dos clientes de receber um benefício fácil de ser usado. “Nas nossas pesquisas, constatamos que 80% das pessoas achavam importante que o cartão tivesse algum tipo de benefício. Só que apenas 15% delas já tinham usado esse benefício, seja porque as milhas venciam ou não eram suficientes para a compra de uma passagem aérea”, justificou Marcela, dizendo que, na Trigg, o benefício funciona como um desconto na fatura seguinte.

Há cinco meses no mercado, a Trigg já recebeu solicitações para 228 mil cartões. Mas é preciso lembrar que o valor de cashbak corresponde aos gastos de cada cliente. “De tudo que você compra no cartão, volta um percentual. Mas esse percentual varia de 0,55% a 1,3% de acordo com os seus gastos. Quem usa até R$ 600 por mês, por exemplo, vai receber um cashback de 0,55%. Mas, se eu gastar R$ 1 mil, eu recebo R$ 7 de cashback.

E se a fatura der R$ 3 mil, o cashback é de R$ 30”, detalha Marcela. O cálculo do percentual é feito no site da Trigg.

Ela admite que o valor só chega a ser representativo se o cliente gastar muito no cartão. Para pagar a anuidade com cashback, por exemplo, é preciso ter fatura média de R$ 1,4 mil. “A anuidade custa R$ 118,80. São R$ 9,90 por mês. Mas há uma isenção nos três primeiros meses”, informou Marcela, dizendo que a Trigg cobra essa taxa para pagar o cashback. “Com anuidade zero, não conseguiríamos oferecer benefícios”, afirmou.

Os cartões Trigg são solicitados e liberados de forma online, por um aplicativo de celular. Basta baixar o app, informar seus dados e esperar a liberação da empresa. Não é preciso ter conta no banco para ter o cartão, por exemplo.

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