Hygor foi capitão do Náutico na estreia oficial em 2018
Hygor foi capitão do Náutico na estreia oficial em 2018Foto: Léo Lemos/Divulgação/Náutico

O desempenho ofensivo é o ponto que mais tem preocupado os alvirrubros no início da temporada. Foram apenas dois gols marcados em cinco jogos – contando os quatro testes antes do primeiro duelo oficial de 2018, disputado na última segunda (8), contra o Itabaiana/SE, pela partida da ida da pré-Copa do Nordeste. O empate em 0x0 diante dos sergipanos reforçou a importância de o Timbu calibrar o pé para não ficar fora da fase de grupos do Regional. Uma necessidade que não pode ser confundida com desespero.

“Precisamos fazer o gol, mas não adianta tentar de qualquer forma. Não podemos ter afobação. Criamos duas chances de contra-ataque contra o Itabaiana e podíamos ter matado o jogo. Estamos trabalhando para, no momento certo, definir a jogada”, afirmou o volante Hygor.

Embora tenha mais tradição que o adversário e contando com o fator “casa” – a volta será sábado (13), na Arena de Pernambuco –, Hygor indicou que o Timbu precisa manter os pés do chão.

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“O Náutico tem esse favoritismo dentro de campo, mas respeitamos também o Itabaiana. Eles não são bobos. Times grandes perdem para pequenos também. Eles têm entrosamento, mais dias de trabalho. Sei o que eu vou pedir não é fácil, mas eu espero que o torcedor vá nos apoiar. O jogo só acaba quando o juiz apita. Precisamos ganhar o jogo e, depois, vamos acertando o resto com o tempo”.

Experiência

Hygor, de 29 anos, é uma das peças mais experientes do elenco e, no primeiro jogo do Náutico em 2018, recebeu a faixa de capitão. Sem fugir da responsabilidade, o volante indicou que busca passar dicas para os mais novos, mas indicou que a braçadeira não ficará apenas com ele nas próximas partidas.

“Deve ter um rodízio. Para o próximo jogo deve ser Negretti ou Wallace. Temos seis, sete líderes no grupo e Roberto (Fernandes, técnico) vai alternar. Não adianta botar tudo em uma pessoa. Vamos distribuir as responsabilidades. Gosto de dar conselho. Converso com Wágner, Odilávio, William Gaúcho... Gosto de ajudar quem está subindo”, apontou.

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