Técnico Roberto Fernandes
Técnico Roberto FernandesFoto: Paullo Allmeida/Folha de Pernambuco

Neste início de temporada, as escalações do Náutico estão dependendo diretamente do BID da CBF. Na estreia, o Timbu não confirmou o time por conta da esperança em contar com o centroavante Daniel Bueno – regularizado de última hora para o jogo de ida contra o Itabaiana, no Etelvino Mendonça, pela pré-Copa do Nordeste. Agora, a espera é pelo lateral-direito Medina, que pode vestir pela primeira vez a camisa alvirrubra no sábado (13), no duelo da volta perante os sergipanos, na Arena de Pernambuco.

“Se Medina estiver regularizado vai para o jogo. É um jogador que faz mais de uma função no campo. Lógico que pesa a falta de entrosamento e o fato de ele ter jogado a temporada passada fora do Brasil. Ele não vinha jogando, mas esse é o momento da estreia”, afirmou o técnico Roberto Fernandes. Caso esteja apto, Medina ocupará vaga de Fernandinho no setor ofensivo.

“É natural que aconteçam mudanças. Mesmo que o Náutico vença, não significa que vamos manter o mesmo time nos outros jogos. Não temos uma equipe com capacidade de aguentar quatro jogos em uma semana. A mexida não é só pelo desgaste, mas também desempenho. Testei algumas coisas nos treinamentos e agora vou colocar em campo no sábado esperando um desempenho melhor. Não é momento de um futebol vistoso, mas sim do resultado. Claro, de preferência jogando melhor do que foi no primeiro jogo”, declarou.

A outra dúvida do Timbu está no ataque. Nos últimos treinos, Roberto testou uma formação com a presença de Wagner Lauretti na vaga de Clebinho, titular no jogo passado. Vale citar que, na zaga, os pernambucanos não terão Camacho, com uma entorse no tornozelo esquerdo. Camutanga é o substituto mais provável – Breno, que ainda não foi regularizado, corre por fora na disputa.

Mais do que mudanças de peças, o treinador espera uma nova postura da equipe. “Precisamos verticalizar mais o jogo, ter a paciência de controlar a partida. Não espero que o Itabaiana se atire. Acho que eles tentarão jogar no nosso erro. Quem terá a obrigação de construir é o Náutico. Não podemos ter ansiedade. Quero velocidade, mas sem precipitações. Não podemos ser passivos, mas também não podemos ser desesperados”, apontou.

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