Luiz Henrique foi formado nas categorias de base do Náutico
Luiz Henrique foi formado nas categorias de base do NáuticoFoto: Léo Lemos/Divulgação/Náutico

No manual de gestão dos clubes de futebol, uma regra é explicitamente clara: quando há escassez de recursos, não há escapatória. É necessário recorrer às categorias de base. Combalido financeiramente e com menos verbas por conta do rebaixamento à Série C, O Náutico usou e abusou dessa prática em 2018. Por incrível que pareça, a estratégia - normalmente uma cartada emergencial - rendeu frutos. Foram 15 pratas da casa utilizados na atual temporada. E a expectativa é de que mais jovens formados no Timbu sejam aproveitados em 2019.

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Neste ano, do total de promessas que teve chance no time titular, três deles foram destaques no time e encerraram em alta, como o goleiro Bruno, o meio-campista Luiz Henrique e o atacante Robinho. Atualmente, o clube acompanha o rendimento da garotada do sub-20, que disputa o Pernambucano da categoria. Além disso, há também os jovens que disputaram a Série A2 do Estadual, pelo time sub-23. Entre os que podem pintar na temporada seguinte, dois nomes do sub-20 surgem com boas avaliações, casos do meia Lucas, de 20 anos, e do atacante Guilherme (19 anos). Ambos anotaram três gols no Campeonato Pernambucano sub-20.

   Jhonnatan

 

Emprestado no início do mês passado ao CSA, Jhonnatan foi devolvido ao Timbu. Embora estivesse autorizado pela CBF a jogar pelo clube alagoano, a equipe preferiu liberar o atleta. Isso porque, o volante atuou por três times neste ano: Portuguesa/RJ e Santa Cruz/RN, além do Náutico. O número é estipulado pela própria entidade como o máximo de agremiações que um jogador pode defender em uma temporada.

 

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