Jefferson, goleiro do Náutico
Jefferson, goleiro do NáuticoFoto: Léo Lemos/Divulgação/Náutico

Após quase dois anos longe do Náutico, com empréstimos para Atlético/GO e Joinville, o goleiro Jefferson está de volta ao clube. Apresentado nesta quarta (5), o atleta já treinou com os companheiros de elenco e, inclusive, pode pintar entre os titulares na segunda (10), contra o Sampaio Corrêa, pela sétima rodada da Série C do Campeonato Brasileiro. O então titular Bruno está com dores na panturrilha esquerda e pode ser vetado do confronto. No retorno ao Timbu, Jefferson comentou sua experiência em Goiás e Santa Catarina, a concorrência na posição e os objetivos para a reta final da temporada 2019.

Experiência

Tive uma evolução em todos os aspectos. Foi um ano de muita experiência. Por ser criado aqui, eu quis sair um pouco para conhecer pessoas novas e metodologias diferentes. Foi um período bom de grande proveito pessoal e profissional. Ficamos perto de conseguir o acesso à Série A no Atlético/GO. Mas foi um ano proveitoso e fiz 25 jogos lá. No Joinville eu me destaquei, mas o jogador não vive somente do lado individual como também do coletivo. Mas foi uma experiência boa. Em um ano eu briguei para não cair com o Náutico (2017) e no outro eu briguei para subir (Atlético, em 2018).

Concorrência

Bruno, Luiz, Ailton, João...são todos grandes amigos em uma disputa sadia. Bruno vem fazendo excelente trabalho no grupo. Quem o professor escolher, o gol estará bem representado.

Objetivos

O pensamento hoje é em conquistar algo aqui. O objetivo é o acesso à Série B e se possível o título. O jogador precisa sair um pouco, mas não pode ficar seis meses em um clube, seis meses em outro porque passa a ser olhado pelo mercado por outros olhos. A minha saída aqui foi um pedido meu para adquirir experiência, pegar rodagem para depois continuar meu trabalho no clube.

Piores e melhores momentos

O que atrapalhou meu trabalho anterior aqui foi uma lesão, mas isso infelizmente é da profissão. Fico feliz com o carinho do torcedor, mas eu tenho que retribuir isso dentro de campo, ajudando o clube. Para todo goleiro, toda defesa, sendo fácil ou difícil, é importante. Mas a que me marcou muito foi uma no jogo contra o Itabaiana/SE, que terminamos indo para a decisão por pênaltis (pré-Copa do Nordeste). Teve outra partida também contra o Internacional, que mesmo perdendo eu fui bem exigido no jogo. Mesmo rebaixado (2017), eu pude mostrar meu trabalho ao torcedor. Fiquei marcado com o grupo caiu, mas posso ficar esse ano marcado com o grupo que pode conseguir o acesso.

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