Constantino Júnior (esquerda) e Alírio Moraes (direita)
Constantino Júnior (esquerda) e Alírio Moraes (direita)Foto: Anderson Stevens

A notícia de salários atrasados no Arruda não é novidade. Desde o segundo semestre do ano passado, o Santa Cruz encontra problemas para honrar os compromissos. A falta de pagamento atormenta os bastidores. As folhas em atraso recorrentemente na gestão do advogado Alírio Moraes fizeram o clube ganhar a fama de mau pagador. Ainda por cima, perdeu credibilidade no mercado. Novo presidente coral para o próximo triênio (2018-20), Constantino Júnior tem a missão de resgatar a confiança para facilitar as negociações.

“A prioridade é equacionar o clube, principalmente a questão de despesa e receita. O clube está com muitos débitos e temos que encarar esse problema. Tenho coragem para mostrar ao torcedor o que a gente vive. Um dos compromissos é resgatar a credibilidade na questão do pagamento”, disse o empresário de 38 anos.

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Atolado em dívidas, o Santa vai ter dificuldades no planejamento para a próxima temporada. Com poucos recursos, a folha salarial do elenco deve girar em torno de R$ 250 mil. O orçamento financeiro enxuto já é uma certeza.

“A desigualdade do futebol brasileiro é complicada e o Santa Cruz se encontra nessa distribuição de cotas desigual. É injusto. Mas alguém precisa mostrar a verdade. Vou contar com o apoio do torcedor e também usar a minha experiência e contato no futebol para fazer um time forte e competitivo, mas ao mesmo tempo que possa pagar. O nosso compromisso é montar um time com um custo baixo”, encerrou Tininho, vice-presidente no triênio (2015-17).

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