Roberto Fernandes exaltou a vitória coral diante do Remo, neste domingo (08)
Roberto Fernandes exaltou a vitória coral diante do Remo, neste domingo (08)Foto: Daniel Lima

Apenas três pontos separam o terceiro colocado Santa Cruz das duas primeiras equipes fora da zona de classificação, o Botafogo/PB e o Globo, respectivamente. O equilíbrio no Grupo A da Série C é evidente. Algo que não acontece, por exemplo, no Grupo B da competição, de onde sairão os adversários da próxima fase, a decisiva em relação a acesso. E o técnico Roberto Fernandes fez questão de afirmar que está acompanhando o outro lado da chave. Afinal, o pensamento em terminar esta fase inicial no G4 segue forte no Arruda.

“Tenho acompanhado o Grupo B, e a única equipe que consegue largar na primeira posição é o Operário. Acho que são eles, com Botafogo/SP, Bragantino e Cuiabá. O Botafogo foi líder e, agora, é o terceiro. Não tem como, agora, escolher ninguém do lado de lá. Precisamos seguir acompanhando”, disse o treinador, após a vitória por 2x0 sobre o Remo, no último domingo, que o fez alcançar 20 pontos na tabela.

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A situação no Grupo B é a seguinte: o Operário/PR é o líder, com 29 pontos ganhos. Daí em diante, no G4, tudo está indefinido. Atualmente, o Cuiabá é o segundo colocado, com 25 pontos, seguido por Botafogo/SP e Bragantino, ambos com 24 pontos. “Se a gente conseguir se classificar em segundo, será melhor. Em primeiro? Melhor ainda. Mas, para sermos primeiros, temos de ser quase perfeitos daqui para frente. O que quero é criar distância para o quinto colocado para termos segurança e tranquilidade no G4”, explicou Roberto Fernandes. O Santa Cruz volta a campo às 19h do próximo sábado, diante do Globo, no estádio do Arruda.

Arbitragem

As cenas de violência, que foram protagonizadas antes do duelo entre Santa Cruz e Remo, no último domingo, não foram as únicas. Nos minutos finais do jogo, membros da comissão técnica da equipe paraense, além de atletas, agrediram verbalmente e até fisicamente o quarto árbitro do jogo, o pernambucano Nielson Nogueira Dias. Alguns detalhes da confusão foram registrados na súmula do jogo. O agressor foi o preparador de goleiros paraense, Juninho. Detalhe: Antes de proferir dois golpes contra Nielson, Juninho preocupa-se em apertar o gatilho da caneta e certifica-se que a ponta está para fora. Na súmula, o árbitro Rodrigo Nunes de Sá escreveu que “socos” haviam sido dados. Em entrevista ao EI, Juninho disse que pediu desculpas ao árbitro e elas foram aceitas.

 

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