Goleiro Magrão, um dos líderes do Sport
Goleiro Magrão, um dos líderes do SportFoto: Paullo Allmeida

Na lanterna do Brasileirão, o Ceará vai testando algumas alternativas para conseguir fugir da degola. A primeira delas foi trocar o treinador, com Marcelo Chamusca dando lugar para Lisca. A segunda delas foi anunciada pela diretoria alvinegra: a troca de local da partida contra o Sport, no dia 18 (quarta-feira). Inicialmente marcado para ser realizado na Arena Castelão, o duelo passou para o estádio Presidente Vargas. Segundo o site da CBF, o pedido partiu do próprio Ceará. Segundo informações da imprensa cearense, a ideia é colocar num campo menor, com arquibancada mais próxima para aumentar a pressão no adversário.

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A tática foi utilizada na Série B de 2015. Na ocasião, o Ceará corria sério risco de rebaixamento para a Série C. Na reta final, o time passou a mandar os jogos no Presidente Vargas e conseguiu escapar da degola. Curiosamente, o treinador era Lisca, atual comandante da equipe. Com apenas cinco pontos conquistados, o Vozão é o lanterna do Brasileirão 2018.

Com passagem pelo Fortaleza, rival do Ceará, o goleiro Magrão comentou a mudança do local da partida. Experiente, o arqueiro enxerga na tática da diretoria alvinegra uma escolha que tem os seus riscos. "O Castelão é mais aberto, a torcida fica distante. Já o PV a arquibancada é bem próxima. Ali, quaisquer 10 mil pessoas já inflamam o estádio. Acredito que nos primeiros minutos vão incentivar muito. Mas, se nós formos inteligentes, toda essa pressão pode voltar contra eles, principalmente pelo momento que vivem", comentou, em entrevista ao site oficial do clube.

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