Pesquisa Ipespe

Equipe do Ipespe abordou 800 pessoas no Recife, em Olinda e Jaboatão dos Guararapes
Equipe do Ipespe abordou 800 pessoas no Recife, em Olinda e Jaboatão dos GuararapesFoto: Folha de Pernambuco

O prêmio Marcas que eu gosto chega à sua 15ª edição de olho nas tendências de consumo dos pernambucanos e nas marcas que caem no gosto dos consumidores.
Em 2018, muitas se consolidam aparecendo como as mais citadas nesta e em edições passadas.

Outras estreiam no ranking mostrando que no mercado se sobressaem as melhores.
O fato é que, como mostra a pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais,
Políticas e Econômicas (Ipespe)
, permanece ou se destaca quem não cansa de apostar nas ações estratégicas, se aproximando do consumidor com produtos e serviços
de qualidade.

Ser o primeiro a ser lembrado quando se fala numa categoria específica é meta da maioria e se diferencia quem se mostra preparado para o novo perfil de público, aquele sempre conectado e em busca de praticidade. Reflexo disso é o perfil de boa parte das campeãs do Marcas que eu gosto, empresas que estão investindo em estratégias de produção, venda, marketing e interação com o público também com o uso das soluções tecnológicas.

A amostragem desta edição da pesquisa quantitativa alcançou 800 pessoas do Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes, homens e mulheres das classes A, B e C de
18 a 50 anos.

Os dados coletados permitiram a elaboração da lista das marcas preferidas em 50 categorias. Dessas, quatro foram abordadas pela primeira vez: Uísque, Goiabada,
Molho de tomate e Marcas que fazem a diferença
.

A pesquisa quantitativa sempre fornece subsídios para a sondagem de novos tópicos. “Todos os anos buscamos por mais informações além das preferências, sempre em busca de um assunto atual.

Neste, o tema foi ‘Consumo on demand no Recife”, detalha a diretora executiva do Ipespe, Marcela Montenegro. Esta segunda pesquisa, com fases qualitativa e quantitativa, observou os hábitos de consumo através da tecnologia mensurados por usuários ativos deste perfil.

Foram 200 questionários respondidos por usuários frequentes das soluções digitais com idade entre 18 a 34 anos, a geração que cresceu com a banda larga fazendo parte
do cotidiano e que, ao mesmo tempo, quer ser extremamente social (compartilhando), mas não quer perder sua individualidade nos produtos e serviços, a “Geração
Y” (também chamada geração do milênio, geração da internet ou Millennials).

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