Educação

Ciclo da alfabetização tem como desafio manter os alunos nas escolas
Ciclo da alfabetização tem como desafio manter os alunos nas escolasFoto: Reprodução/Pixabay

Quando se fala no crescimento de um país, uma das primeiras coisas que vem à mente é o seu investimento em educação. Especialistas de vários setores são unânimes ao defender que uma nação sem boas escolas está fadada à estagnação social, política e econômica. No Brasil, ela é um direito social de todos, assegurado pela Constituição Federal e de competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios.

Apesar disso, segundo relatório Education at a Glance 2017 (Um olhar sobre a educação, em tradução livre), da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que apresenta um amplo panorama sobre o setor em mais de 45 países, estamos bem abaixo da média dos demais. Em 2015, mais da metade dos adultos, com idade entre 25 e 64 anos, não tinham acesso ao ensino médio e 17% da população sequer tinha concluído o ensino básico.

A média dos países ligados à OCDE é de 22% de adultos que não chegaram ao ensino médio e 2% que não concluíram o básico. O relatório, no entanto, mostra um avanço. Entre os adultos de 25 e 34 anos, o percentual de alunos que completaram o ensino médio subiu de 53% em 2010 para 64% em 2015. Os dados comprovam que ainda há muito a se avançar.

Garantir que crianças e jovens aprendam e estejam prontos para construir a sua carreira profissional é um desafio de todos, afinal, o fato de que o Brasil ocupa a penúltima posição no ranking mundial que avalia a qualidade da educação não deve ser vista como tema que deve ser deixado em segundo plano.

Na pesquisa Marcas que eu gosto, o Salesiano é o vencedor na categoria Colégio Particular. O Nuce venceu em Preparatório para Concursos.

O GGE conta, hoje, com mais de quatro mil alunos matriculados
O GGE conta, hoje, com mais de quatro mil alunos matriculadosFoto: Divulgação

A educação, alicerce para toda uma vida, incluindo a profissional, começa cedo, com a escola como nossa segunda casa e como extensão da família. A construção de valores aliada a metodologias focadas no futuro são o foco do colégio GGE, vencedor na categoria Colégio Particular da Marcas que eu gosto.

“Depois de 21 anos de história, sentimos muito orgulho de lembrar que tudo começou com uma sala de aula e cerca de dez alunos. Hoje, temos mais de quatro mil alunos em quatro unidades no Recife e uma em Caruaru, com mais de sete mil metros quadrados de área voltada à educação e matrículas abertas para sua inauguração em janeiro de 2018”, afirma o sócio-diretor do GGE, José Folhadela.

Ele destaca “o sistema de ensino inovador, que conta com indicadores e ferramentas que garantem o aperfeiçoamento constante das rotinas pedagógicas”. Elas, ainda segundo o diretor, facilitam o acompanhamento do crescimento de alunos e capacitação dos 500 professores e colaboradores.

O sistema de ensino foi aperfeiçoado e desenvolvido no decorrer dos 21 anos de história da rede de colégios e hoje é oferecido a escolas parceiras, que utilizam consultoria, material didático e processos pedagógicos do GGE com os seus alunos.

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“Por isso, ano após ano, continuamos conquistando colocações expressivas não apenas nos vestibulares mais difíceis do País (ITA, IME e academias militares), como também nos principais exames nacionais, no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e nas Olimpíadas do Conhecimento”, enumera Folhadela.

Ele conclui: “Por todas estas conquistas e por mais este reconhecimento da Marcas que eu gosto, gostaríamos de agradecer a toda a família GGE, formada por nós diretores, professores, coordenadores, colaboradores, alunos e responsáveis, que, juntos, dividimos a imensa responsabilidade de formar verdadeiros cidadãos, com bases sólidas de uma educação de alto nível que prepara para a vida”.

A busca pela qualificação

A procura por concursos públicos, pela necessidade de mudança de carreira ou desejo de estabilidade, é tendência constante no Brasil. Se preparar para o desafio da classificação requer disciplina e uma boa base de apoio.

É aí que o Nuce Concursos, vitorioso da categoria Curso Preparatório para Concurso, atua. Salas de aula sempre cheias, aulões para certames específicos, simulados, matérias isoladas, projetos de monitoria e produtos digitais fazem parte do pacote dos alunos do Nuce.

“Nosso carro-chefe são as aulas presenciais. Prezamos em ter o aluno perto, participando. Estudar a distância é mais complicado”, analisa César Albino, um dos gestores do Nuce.

As turmas dividem-se em preparatórios para concursos públicos, Enem e Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), com aulas nos três turnos e sete dias da semana. “Dependendo dos editais em andamento, a quantidade de alunos aumenta consideravelmente. Temos, em média, de três a cinco mil alunos inscritos. Quando foi publicado o edital do concurso da PM/PE, chegamos a seis mil alunos”, contabiliza Albino.

Segundo o gestor, o perfil dos concurseiros mudou nos últimos anos. “Cada vez mais jovens têm se interessado pelos concursos públicos em busca de estabilidade financeira desde cedo. Eles têm focado nos certames que exigem nível médio, em busca de ingressar na carreira pública antes mesmo da faculdade”, avalia.

O curso preparatório vencedor na Marcas que eu gosto possui no currículo os primeiro e segundo colocados no concurso para Bombeiro em Pernambuco, realizado este ano; a aprovação de 1.260 alunos no da Polícia Militar, realizado em 2016, além da liderança no ranking dos candidatos aprovados no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) há 19 anos.