Uma das virtudes do Programa de Fomento à Implementação de Escolas em Tempo Integral do Ministério da Educação (MEC) é que ele nacionaliza e unifica, de forma pioneira, uma visão de escola que, até bem pouco tempo, só era praticada de maneira isolada por alguns estados. Amazonas, Goiás e, sobretudo, Pernambuco, que iniciou o modelo em 2003, colhem os frutos de decisões anteriores de seus governos locais, que investiram em um formato de ensino que mantém os estudantes mais tempo nas salas de aula e potencializa a aprendizagem. O desafio, agora, no âmbito da reforma do ensino médio, é fazer do Brasil uma referência em educação integrada, atrativa e eficiente.

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