O ex-presidente Lula
O ex-presidente LulaFoto: Yasuyoshi ChibaA/FP

Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (30) pela Folha de S. Paulo aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém-se na liderança da corrida para a Presidência em 2018. O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) cresceu e aparece em segundo lugar da disputa, empatado tecnicamente com a ex-senadora Marina Silva (Rede). O levantamento é o primeiro do instituto após a divulgação de detalhes da delação da Odebrecht.

Conhecido por seus posicionamentos conservadores, Bolsonaro subiu de 9% para 15% e de 8% para 14% nos dois cenários em que é possível acompanhar a evolução. Segundo a publicação, nesses e em outros dois com candidatos diversos, Bolsonaro empata com Marina.

A pesquisa mostra ainda que ele é o segundo nome mais lembrado de forma espontânea, com 7%. O índice é menor que o de Lula (16%), mas acima dos 1% dos outros.

O Datafolha fez 2.781 entrevistas, em 172 municípios, nos dias 26 e 27 de abril, antes da greve geral. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais.

Os tucanos Aécio Neves (PSDB) e Geraldo Alckmin (PSDB), senador por Minas Gerais e governador de São Paulo, respectivamente, caíram na preferência dos eleitores. Aécio tem 8% contra 26% em dezembro de 2015. No cenário há Lula, Bolsonaro, Marina Silva e Ciro Gomes (PDT). Já Geraldo Alckmin tem 6%. Em dezembro de 2015 ele tinha 14%.

Na pesquisa de segundo turno, Lula derrota todos, exceto Marina e um nome que não havia sido testado até o momento, o do juiz Sergio Moro. Ele comanda processos contra o ex-presidente na primeira instância da Lava Jato.

Sem partido, o juiz supera o ex-presidente numericamente, com empate técnico: 42% a 40%. Sergio Moro, no cenário de primeiro turno em que é incluído chega tecnicamente em segundo. Neste caso, o apresentador Luciano Huck (sem partido) estreia com 3%.

O presidente Michel Temer (PMDB) não tem mais do que 2% das intenções de voto nos cenários em que aparece. No entanto, ele é rejeitado por 64% da população. Lula tem 45% de rejeição, Aécio 44%, Alckmin 28%, Bolsonaro 23%, Marina 21%. João Doria (PSDB), prefeito de São Paulo, e o juiz Sergio Moro, por sua vez, têm 16% de rejeição cada.

Foi a primeira vez que o Datafolha incluiu Doria no levantamento. Ele tem um desempenho melhor do que Alckmin e Aécio. Teria entre 5% e 11% dos votos.

Rejeição a Temer
De acordo com a pesquisa, 61% consideram o governo do presidente Michel Temer como ruim ou péssimo, 28% regular e 9% ótimo ou bom. Além disso, o levantamento mostrou que 85% dos entrevistados, hoje, defendem que o Congresso deveria aprovar uma mudança constitucional para permitir eleições diretas já, caso Temer tenha seu mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral. 10% apoiam a eleição pelo Congresso.

Nado é ex-vereador do Recife e delegado da Polícia Civil
Nado é ex-vereador do Recife e delegado da Polícia CivilFoto: Reprodução/Facebook

Por Hugo Viana
Da Folha de Pernambuco

Morreu na manhã deste domingo (30) o ex-vereador e delegado da Polícia Civil Cleurinaldo de Lima, conhecido como Nado. Ele sofreu um infarto, aos 62 anos, em Gravatá, no Agreste. Nado foi eleito vereador no Recife por duas vezes, em 1996 e 2000, ambas pelo PSC. Ano passado, Nado concorreu ao cargo novamente, pelo Solidariedade.

"É uma perda muito grande. Conheço Nado há muitos anos, fomos vereadores na mesma legislatura e ele sempre teve uma dedicação enorme ao povo do Recife", disse o deputado federal Augusto Coutinho, dirigente estadual do Solidariedade. "Presto minhas condolências a seus familiares e amigos", ressaltou. O corpo está sendo velado na sede da Polícia Civil, no centro do Recife.

Líder do PSB na Câmara, Tereza Cristina foi retirada do comando do PSB no Mato Grosso do Sul
Líder do PSB na Câmara, Tereza Cristina foi retirada do comando do PSB no Mato Grosso do SulFoto: Reprodução da internet

Os segmentos sociais do PSB (Juventude, LGBT, Sindical, Mulheres e Movimento Popular) divulgaram uma nota conjunta em que defendem a imediata destituição da líder do partido na Câmara Federal Tereza Cristina (MS) e a abertura de processo de administrativo dos deputados que votaram favoravelmente na Reforma Trabalhista, na última quarta-feira (26). Esse processo pode levar à expulsão dos parlamentares.

A possibilidade de o pedido de expulsão feito por parte dos movimentos sociais do partido já vinha sendo cogitado desde a última quinta-feira (27). No PSB, não há a exclusão sumária do deputado que se posicionou contra o partido, como fez o PDT com Carlos Eduardo Cadoca, na semana passada.

Dos seis deputados da bancada do PSB em Pernambuco, três votaram favoravelmente à Reforma Trabalhista e são, consequentemente, passíveis de expulsão: João Fernando Coutinho, Fernando Filho (que é ministro das Minas e Energia) e Marinaldo Rosendo. 

Eles lembram que a Executiva Nacional, “por ampla maioria”, se posicionou pela reprovação das reformas trabalhistas e previdenciárias.

“Porém, menos de 24 horas depois da decisão tomada na sede do partido, a líder do PSB na Câmara, deputada Tereza Cristina - que estava presente à reunião - liberou a bancada do partido para votar contra a deliberação da Executiva Nacional em vários momentos, inclusive seu próprio voto”.

Lembra que os deputados federais foram eleitos pelo PSB e, por isso, “têm a obrigação de prestar contas a sociedade sobre seu desempenho nos respectivos mandatos”.

“Vamos empunhar a bandeira do nosso partido e dizer NÃO a essa decisão da Liderança que não nos representa. Não fugiremos à luta e não descansaremos até que o último deputado federal do PSB esteja convencido que representa o Partido Socialista Brasileiro ou, então, peça pra sair”, destaca o grupo, em trecho da nota.

Leia Também:

PSB fecha questão contra reformas
Na bancada pernambucana, 16 votaram a favor da Reforma Trabalhista
PSB retira infiéis das direções estaduais 

Veja a íntegra da nota do PSB:

Os segmentos organizados do PSB (Juventude, LGBT, Sindical, Mulheres e Movimento Popular), sempre alertaram o partido quanto ao risco de ocorrências como a que presenciamos agora a pouco. A Executiva Nacional deliberou por ampla maioria o encaminhamento de votar NÃO às votações das reformas trabalhistas e previdenciárias. Porém, menos de 24 horas depois da decisão tomada na sede do partido, a líder do PSB na Câmara, deputada Tereza Cristina - que estava presente à reunião - liberou a bancada do partido para votar contra a deliberação da Executiva Nacional em vários momentos, inclusive seu próprio voto. Esta é uma prova de que, para a deputada, não existe nenhuma discussão que coloque a população em primeiro lugar, e sim a do atendimento a interesses individuais, os quais “desconhecemos”.

Os segmentos já tomaram as devidas providências internas nas instâncias partidárias que instrumentalizam estatutariamente a Executiva Nacional, da qual integramos, como sendo o fórum máximo de deliberações quanto às posições dos nossos parlamentares. Estes deputados foram eleitos pelo Partido Socialista Brasileiro e têm a obrigação de prestar contas a sociedade sobre seu desempenho nos respectivos mandatos, bem como fazer jus a confiança de cada eleitor que acreditou no candidato apresentado pelo PSB nas eleições de 2014.

Vamos empunhar a bandeira do nosso partido e dizer NÃO a essa decisão da Liderança que não nos representa. Não fugiremos à luta e não descansaremos até que o último deputado federal do PSB esteja convencido que representa o Partido Socialista Brasileiro ou, então, peça pra sair.

Com base no artigo 10° do estatuto do PSB, os Segmentos Organizados do PSB solicitam à Executiva Nacional em regime de urgência:

1 – A imediata intervenção e destituição da líder Tereza Cristina da bancada do PSB na Câmara Federal;

2 – Abertura imediata de processo disciplinar administrativo contra os parlamentares que descumpriram as decisão da comissão Executiva Nacional do PSB.

Desde já queremos deixar público o total apoio as sanções já feitas pelo nosso presidente nacional Carlos Siqueira quanto aos deputados e deputadas que não respeitaram o Partido e a população.

Nosso Partido é SOCIALISTA, e continuará sendo. Somos um PARTIDO com 70 anos de lutas pelo BRASIL, sempre em defesa dos trabalhadores e dos que mais precisam.

Tony Siqueira Sechi – Secretário Nacional da JSB
Otávio Oliveira – Secretário do Movimento LGBT
Dora Pires – Secretária Nacional de Mulheres
Jesus Matos – Secretária Nacional do Movimento Popular Socialista
Joilson Cardoso – Secretário Sindical do PSB

Brasília-DF, 29 de Abril de 2017.

Felipe Oriá, professor da Fundação Getúlio Vargas, é um dos fundadores do movimento
Felipe Oriá, professor da Fundação Getúlio Vargas, é um dos fundadores do movimentoFoto: Divulgação

Marcelo Montanini
Da Folha de Pernambuco 

Um grupo de jovens de diversos estados do Brasil com, ao menos, duas coisas em comum: estudaram na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e dividem o desejo de “romper a inércia” e promover uma “renovação política”. Um dos três fundadores, o pernambucano Felipe Oriá, professor da Fundação Getúlio Vargas, explica que o “Acredito” está sendo lançado oficialmente durante este mês de abril e se propõe a ser um movimento suprapartidário, financiado a partir do crowdfound – plataforma de financiamento coletivo – e se define “politicamente liberal e economicamente progressista”.

À frente do “Acredito está”, além de Oriá, estão o consultor goiano José Frederico Netto e a pesquisadora paulista Tábata Pontes. Contudo, o professor diz que, além dos fundadores, o movimento conta com oito líderes nacionais e alguns voluntários pelo País e locais nos cinco Estados que o grupo possui base: Pernambuco, Goiás, Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo. Estima-se que, ao menos, 200 pessoas façam parte.

Oriá pondera que os fundadores, a priori, não possuem planos concretos de se tornarem candidatos em 2018 ou em 2020, mas desejam estimular candidaturas. “Queremos servir de plataforma para quem quer se envolver com política, queremos ressignificar a política”, destaca.

“Não devemos apagar legados, nem condenar de forma irresponsável. É a própria força do tempo que abre espaço para uma nova geração de lideranças. Não nos deixemos levar por respostas fáceis. Muitas virão entre radicalismos e certezas, mas renovação requer construção. Não heroísmos individuais, mas um movimento que dê novo significado à política. Que atualize sua forma, sua linguagem e seu ritmo. Que engaje toda nossa diversidade de perspectivas numa mistura de sotaques, crenças e raças. Que não aceite o sistema ‘como ele é’. Que não aceite o país como está. Que acredite em um Brasil mais justo, inclusivo e desenvolvido”, diz um trecho do manifesto.

Questionado sobre as orientações política e econômica, o pernambucano no primeiro momento evita classificação, mas, depois, se diz “politicamente liberal e economicamente progressista”. Ele argumenta que politicamente advoga pela a “defesa dos direitos sociais e o respeito às minorais” e, no âmbito econômico, ressalta o potencial da economia de mercado.

Sem levantar qualquer bandeira partidária, eles enfatizaram, no manifesto, feitos de governos nos últimos 30 anos. “Foi uma geração admirável. Derrubou uma ditadura. Deu vida à democracia e voz a um Brasil esquecido. Universalizou o acesso à educação e à saúde que, apesar das limitações, se tornaram direitos em uma constituição audaciosa. Estabilizou a economia e fez dela a sétima maior do mundo. Valorizou o salário mínimo de forma revolucionária. Tirou milhões de pessoas da pobreza e foi exemplo em redução de desigualdade. Fortaleceu nossas instituições”, pontuam.

Carlos Eduardo Cadoca
Carlos Eduardo CadocaFoto: Peu Ricardo/Arquivo Folha

Um dia depois de ser expulso do PDT após contrariar a posição do partido e votar a favor da reforma trabalhista, o deputado federal Carlos Eduardo Cadoca (sem partido) revelou, nesta sexta-feira (28), em entrevista à Rádio Folha FM 96,7, ter recebido um telefonema do presidente Michel Temer (PMDB), que se solidarizou com o parlamentar.

Cadoca acrescentou que deverá se encontrar com o presidente na próxima terça-feira (2), em Brasília.

O deputado federal foi questionado se a conversa com Temer seria um indicativo de que o parlamentar estaria indo para o PMDB, partido do qual já fez parte no passado. No entanto, afirmou que ainda é cedo para tomar qualquer decisão neste sentido, mas que "tem grandes amigos" na sigla.

Carlos Eduardo Cadoca também voltou a criticar a forma da sua expulsão do PDT. Para o parlamentar, a maneira foi incorreta, pois ele foi informado da decisão da legenda por um jornalista.

Na quinta-feira (27), quando foi comunicado da expulsão, Cadoca disse estar "tranquilo" e aproveitou para enfatizar que não recebe "lição de ética nem de moral de uma figura como Carlos Lupi", atual presidente do PDT.

De acordo com a legenda, a decisão de expulsar o parlamentar segue o que foi definido pela convenção do partido, em março, quando se fechou questão contrária às reformas propostas pelo governo de Temer.

Nenhum ônibus saiu das garagens
Nenhum ônibus saiu das garagensFoto: Alfeu Tavares/Folha de Pernambuco

A internet não perdoa. No dia da paralisação nacional contra as reformas da Previdência e trabalhista, os frequentes assaltos a ônibus não podiam ser esquecidos. Houve quem ponderasse, em tom de brincadeira, claro, que o Governo do Estado estava comemorando o fato de não teria havido nenhuma ocorrência até o momento.

A questão é que, nesta sexta-feira (28), os coletivos não saíram das garagens na Região Metropolitana do Recife (RMR). Ou seja: sem ônibus, sem assalto.

A crítica em tom de brincadeira reflete a insatisfação dos passageiros com a insegurança nos coletivos. Só nos primeiros 86 dias de 2017 foram contabilizados pela Secretaria de Defesa Social ao menos 503 assaltos a ônibus. Contabilidades paralelas, afirmam que o número de investidas passa de mil.

Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay
Antonio Carlos de Almeida Castro, o KakayFoto: Divulgação

Entre os dias 2 e 4 de maio, nomes de peso da advocacia criminal e do Direito Penal no País participam do 2º Seminário Direito Penal e Processo Penal em Tempos de Lava Jato, no Recife. As palestras devem reunir profissionais e estudantes de Direito e são uma promoção da União dos Advogados Criminalistas (Unacrim). O seminário tem o apoio do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM), do Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD) e da ESA-PE (Escola Superior de Advocacia de Pernambuco, da OAB-PE).

Nomes que defendem acusados na Lava Jato, Kakay, Alberto Toron e Nabor Bulhões são alguns dos advogados criminalistas que falarão sobre questões críticas surgidas no curso e em decorrência da operação. Aina participam do seminário o jurista Geraldo Prado e os criminalistas Ademar Rigueira, Fábio Tofic, Yuri Félix, Talita Caribé e Alexandre Wunderlich.

Para o presidente da Unacrim, o advogado Carlos Barros, "a Lava Jato continua gerando muitas controvérsias no quesito legalidade e desencadeando uma onde de distorções de institutos jurídicos importantes que existem para proteger os cidadãos de arbítrios e injustiças praticados pelo estado, daí ser relevante e oportuno o debate acerca desses aspectos críticos".

Perfis
Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, é um advogado criminalista conhecido por atuar em grandes causas. Defende mais de dez investigados na Lava Jato. Nabor Bulhões integra a defesa do empresário Marcelo Odebrecht, preso desde 19 de junho de 2015, quando foi deflagrada a Operação Erga Omnes, 14ª fase da Lava Jato. Alberto Toron também está no centro dos acontecimentos da operação.

O seminário ocorrerá no RioMar Trade Center, das 18h às 22h.

Sete anos após a Lei Federal ter entrado em vigor, a Câmara Municipal de Camaragibe votará, na próxima terça-feira (2), o projeto que institui a “Ficha Limpa” no município. De autoria do presidente da Casa, vereador Roberto da Loteria (PTC), a proposta proíbe a nomeação de cargos comissionados para administração direta, indireta e fundacional dos Poderes Executivo e Legislativo.

De acordo com o Roberto da Loteria, o projeto é uma maneira de garantir a transparência na gestão pública em meio aos escândalos de corrupção no país.

“Nos últimos anos, a corrupção vem tomando conta do Brasil, a população está carente de moralidade e transparência. Vamos nos unir e tentar acabar com esses desmandos, mas precisamos começar por nossa cidade”, esclareceu.

A 11ª reunião ordinária será realizada no plenário José Lapenda Filho, às 9h, e é aberta ao público.

Anderson Ferreira (PR) é prefeito de Jaboatão dos Guararapes
Anderson Ferreira (PR) é prefeito de Jaboatão dos GuararapesFoto: Matheus Britto/PJG

Jaboatão dos Guararapes vai passar a contar com informações mais precisas sobre o quadro de servidores ativos e inativos da Prefeitura Municipal, a partir do decreto nº 048. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (28) pelo prefeito Anderson Ferreira (PR). Com a iniciativa, dados sobre nome, salário, cargo, número de matrícula e lotação dos funcionários estarão disponíveis no Portal da Transparência do município.

"Assumimos a Prefeitura do Jaboatão com o compromisso de mudar a forma de administrar a cidade. E a transparência no trato dos recursos públicos é o melhor caminho para fazer essa mudança acontecer. Aplicar o dinheiro do contribuinte da forma correta, onde for prioridade, reduzir o custeio da máquina e permitir que a população tenha conhecimento do que acontece na gestão são algumas das medidas que já adotamos nesse sentido. Nós estamos aqui para servir ao povo e temos a obrigação de prestar contas", disse Ferreira.

O Portal da Transparência de Jaboatão pode ser acessado por qualquer cidadão pelo http://portaldatransparencia.jaboatao.pe.gov.br, ou no portal da prefeitura, pelo http://jaboatao.pe.gov.br.

Miguel Coelho é prefeito de Petrolina pelo PSB
Miguel Coelho é prefeito de Petrolina pelo PSBFoto: Ivaldo Reges/Divulgação

Acusado pelo adversário Odacy Amorim (PT) de abuso de poder político e econômico nas eleições do ano passado, o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (PSB) obteve vitória na ação. O juiz Sydnei Alves determinou o arquivamento do processo.

"Recebo essa notícia da mesma maneira de quando fui informado sobre a tentativa da oposição de desrespeitar o resultado das urnas: com serenidade e a certeza da plena legalidade de nosso trabalho”, afirmou Miguel Coelho, após receber a informação, na noite de quinta-feira (27).

O socialista aproveitou, ainda, para provocar. “Ao contrário do ex-candidato da oposição, nossas contas foram aprovadas. Isso já evidenciava que nossa caminhada foi limpa e justa. Espero que, agora, respeite-se não só a decisão sagrada do povo, mas também o parecer da Justiça", ressaltou o prefeito de Petrolina.

comece o dia bem informado: