Foram encontrados 12 resultados para "Congresso Nacional":

Deputado Danilo Cabral (PSB)
Deputado Danilo Cabral (PSB)Foto: Sérgio Francês / Divulgação

O deputado federal Danilo Cabral (PSB) vai instalar a Frente Parlamentar em Defesa da Chesf nesta quarta-feira (12). Ele destaca que o colegiado ganha relevância a partir da decisão do Supremo Tribunal Federal, na semana passada, que autorizou a venda de subsidiárias de empresas estatais sem a realização de licitação e sem a necessidade de aprovar uma lei específica, embora tenha restringido a privatização de empresas matrizes ou de economia mista.

“Temos uma preocupação imediata com a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), porque o governo já indicou em diversas oportunidades o interesse de vende-la”, afirma Danilo Cabral. O deputado lembra a importância da empresa para o Nordeste, com impactos decisivos para o desenvolvimento da Região. Só em 2018, por exemplo, a Chesf realizou investimentos de cerca de R$ 1,3 bilhão. Desse total, R$ 936 milhões foram aplicados na expansão do sistema elétrico, sendo R$ 815 milhões em obras do sistema de transmissão, R$ 66 milhões em geração de energia e R$ 55 milhões na infraestrutura.

Danilo Cabral informa que vai procurar o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para tratar sobre a tramitação do projeto de lei 3.091/2019, que trata sobre a necessidade de análise do Poder Legislativo para a venda de nove estatais, como Eletrobrás, Petrobras, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Correio, e suas respectivas subsidiárias. De acordo com proposta apresentada por Danilo Cabral, seria obrigatória aprovação de lei para privatizá-las. O projeto foi subscrito por 17 parlamentares de cinco partidos (PSB, PT, Podemos, PDT e PCdoB).

Na reunião com Rodrigo Maia, o deputado também tratará sobre a inclusão do Projeto de Decreto Legislativo 948\01, da qual foi relator na Comissão de Constituição e Justiça. O texto determina a realização de referendo acerca da privatização da Eletrobrás e de suas subsidiárias, incluindo a Chesf. “Nós iremos até as últimas consequências para proteger a Companhia”, afirma.

A Frente em Defesa da Chesf será lançada posteriormente, em um ato conjunto com outras frentes parlamentares que atual em defesa de empresas públicas.

A líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann, disse que ficou acertada a inclusão do pagamento do BPC
A líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann, disse que ficou acertada a inclusão do pagamento do BPCFoto: Wilson Dias/Agência Brasil

A líder do Governo Bolsonaro no Congresso Nacional, deputada federal Joice Hasselmann (PSL-PR) fará, na próxima sexta-feira (7), palestra sobre a Nova Previdência, que tramita em Brasília.
  
O evento acontece na próxima sexta-feira (7), das 14:30 às 17:00, na sede da ACP, no Bairro do Recife, defronte ao Marco Zero.

Ministro Paulo Guedes
Ministro Paulo GuedesFoto: Valter Campanato/Agência Brasil

A proposta do ministro Paulo Guedes em mudar o pacto federativo, acabando com todas as vinculações constitucionais existentes, anunciada neste domingo (10), ao jornal O Estado de S. Paulo, provocou reação imediata no Congresso Nacional. Além das críticas feitas do líder da oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), em entrevista à Rádio Folha nesta segunda (11), os deputados federais Danilo Cabral (PSB-PE) tse posicionaram sobre a proposta.

Para Danilo Cabral, ao colocar em debate as desvinculações do orçamento nesse momento, o Governo descumpre a palavra, criando mais dificuldade para a aprovação da Reforma da Previdência. “ O próprio governo tinha dito que essa proposta seria o plano B. Ora, se não deliberamos sobre a previdência não há porque discutirmos mexer nas vinculações”, argumentou.

Na pratica, segundo Danilo, o Governo quer retirar recursos da educação e da saúde, que possuem orçamentos mínimos protegidos pelas vinculações. “A medida é inoportuna e representa, entre outras ameaças, o comprometimento do futuro da educação brasileira. A retirada das vinculações, claramente, tem como único objetivo permitir que os investimentos na área de educação, por exemplo, possam ser inferiores ao mínimo definido pela Carta Magna”, disse. Se com as vinculações não conseguimos nem pagar o piso dos professores, imagine sem elas”, questionou o parlamentar.

Leia também:
[Giro de Notícias] Confira as manchetes desta segunda
'É um desastre', diz Humberto sobre desvinculação do orçamento


PaSegundo o socialista, Paulo Guedes está jogando uma ‘isca ilusória’ ao dizer que os políticos têm de controlar 100% do orçamento. “Se for para quebrar as amarras do orçamento brasileiro, façamos então, primeiro, no pagamento dos serviços da dívida, que consome 45% do orçamento das receitas do País", ressaltou.

Danilo lembra, ainda, que as áreas sociais no Brasil já estão sofrendo uma redução progressiva de investimentos desde 2016. Só no Ministério da Educação, o orçamento foi reduzido em mais de R$ 11 bilhões neste período. “ A retirada de exigências mínimas de investimento aplicado no atual contexto de crise financeira de estados e municípios tende a estimular a redução ainda maior de gastos na área”, argumenta Danilo.

Já o deputado Daniel Coelho (PPS), preferiu não se posicionar contra ou a favor do projeto antes de conhecer seu teor, mas demonstrou preocupação sobre como ficarão os investimentos em saúde e educação. "Vamos estudar. Recebemos a notícia pela imprensa e precisamos saber o que está sendo proposto para poder entender quais as garantias para os investimentos em Saúde e Educação. O que a gente está vendo hoje é um caos completo em ambas as áreas. Então, a gente precisa entender o projeto com maior complexidade sobre como vai ficar o orçamento com a desvinculação e como fica a questão da Previdência, pois o orçamento público é um só", ponderou. 

Em relação ao regime de urgência da pauta pedido pelo Executivo, Daniel disse esperar que o Congresso imponha seu próprio ritmo. "O governo tem o direito de ter a pressa dele, mas o parlamento também tem o direito de ter o seu tempo", disse.

Vinculações do orçamento - Hoje, a Constituição Federal exige que a União invista, em educação, no mínimo 18% dos impostos arrecadados e os Estados e Municípios, 25%. Já na saúde, a União é responsável por metade de todos os custos do SUS (Sistema Único de Saúde), os estados têm que aplicar 12% e os municípios 15% de tudo o que arrecadam, no mínimo.

Congresso Nacional
Congresso NacionalFoto: WillShutter/Agência Brasil

Ainda trabalhando para construir sua base no Congresso, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) vai precisar dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, ambos do DEM, para construir a maioria de três quintos nas duas Casas e aprovar a reforma da Previdência.

Ciente do desafio no Legislativo, o Planalto também já sinalizou que pode ceder cargos no segundo escalão do governo em um esforço para aprovar o texto. Nessa semana, o governo sofreu sua primeira derrota no Congresso por expressivos 367 votos a 57, com a derrubada do decreto que muda regras da Lei de Acesso à Informação (LAI). Para aprovar a previdência, o presidente precisará do apoio de 251 deputados a mais do que sua base demonstrou nessa votação.

É aí que os presidentes das casas legislativas poderão ajudar Bolsonaro. Ao viajar o País conversando com governadores da base e da oposição para tentar convencê-los a aderir à reforma, Rodrigo Maia já mostrou disposição em usar seu capital político para viabilizar o texto. Caberá a ele a definição das comissões pelas quais a reforma passará e o ritmo de tramitação da matéria na Câmara, onde o debate começa.

Leia também:

Sob crise política, Bolsonaro entrega ao Congresso proposta de reforma da Previdência
Senado pode antecipar indicação de relator da reforma da Previdência

"Rodrigo vai ser o grande condutor da pauta do governo na Câmara. Principalmente da pauta econômica. Ele se antecipou, inclusive, ao ser o primeiro interlocutor com os governadores. A desarrumação do governo está clara, patente. O líder do governo (Major Vitor Hugo, do PSL-GO) é novato e não tem domínio da relação com os partidos", avalia o deputado Danilo Cabral (PSB), que apresentou uma série de pedidos de informação ao ministro da Economia, Paulo Guedes, para entender quanto será a economia de cada ponto da proposta apresentada pelo Executivo.

Para o deputado federal Augusto Coutinho, líder do Solidariedade na Câmara, a tramitação do texto não será tranquila. "Vai ter muito embate. Vai ser custosa. O Brasil hoje é um país que tem muitas categorias estruturadas com condições de fazer um enorme lobby contra. É preciso ter muito espírito público e coragem de olhar para o Brasil do futuro. Isso é uma matéria que sem dúvida vai levar muitas mobilizações e protestos. O governo ainda sequer se alinhou politicamente. Ele toda hora bate cabeça e não se entende", lembra.

Presidente licenciado da CUT-PE, o deputado federal Carlos Veras (PT) promete resistir à proposta. "Os partidos de oposição atuarão, desde a avaliação da admissibilidade na Comissão de Constituição e Justiça, para impedir que os retrocessos propostos avancem. Serão usados todos os instrumentos políticos e regimentais para defender o povo dentro do Congresso, evitando que a proposição seja aprovada. É necessário, também, que as mobilizações nas ruas sejam intensificadas porque são fundamentais para pressionar os deputados", diz.

A cientista política Priscila Lapa lembra que os presidentes da Câmara e do Senado são decisivos em votações difíceis como a da previdência. "A capacidade do presidente de direcionar o voto de bancadas é imensa. O protagonismo de Maia está muito evidente nesse processo. O de Davi Alcolumbre ainda está sendo testado. Talvez ele ainda não seja o articulador que o governo precisa no Senado. Tanto que o Planalto agora chamou um senador como o Fernando Bezerra Coelho(MDB-PE), que consegue tramitar entre vários partidos, para ser o líder na Casa", explica.

Senador em primeiro mandato e presidente da Casa pela primeira vez, Alcolumbre quer dar celeridade ao debate da previdência. Na última semana, ele disse que se a Câmara votar a reforma até abril seria possível ao Senado analisar o projeto antes do recesso parlamentar de julho. Ele também revelou que pediu ao senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) para escolher entre ser o presidente ou relator da comissão especial que discutirá a reforma e disse que o tucano ficou de pensar.

"Davi Alcolumbre ainda não revelou sua capacidade de influência nas votações. Em parte, por causa do calendário legislativo, já que a tramitação dos projetos se inicia na Câmara Baixa, mas também pelo modo com que ele foi conduzido à presidência da casa. Na eleição da Câmara Alta e em oposição a Renan, o candidato mais próximo do Planalto e do DEM seria beneficiado, e isso aconteceu: Alcolumbre, debutante na condição de senador, precisará se acostumar aos códigos e regras de negociação típicas daquele espaço", alerta o cientista político Arthur Leandro, professor da UFPE.

Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB) acredita que a Câmara deve aprovar a reforma até o meio de junho, o que faria com que os senadores votassem o texto até meados de setembro. "A base do governo está em construção", admite. O senador vê disposição favorável à reforma em PSL, PSDB, Podemos, MDB, PP, PRB e PSD; que somam 49 parlamentares.

"Evidentemente, esses parlamentares vão apresentar propostas para aprimorar o texto. Mas estou muito otimista. No Senado, essa construção da maioria qualificada de 49 senadores será mais fácil do que na Câmara, em que você precisa de 308 deputados", projeta.

Projeções feitas pelo Ministério da Economia indicam que o Brasil pode mergulhar em nova recessão, na segunda metade de 2020, caso não seja aprovada a reforma da Previdência. No estudo, divulgado ontem, os técnicos apontam para os riscos de o país entrar em uma nova espiral de deterioração das contas públicas, o que resultaria no aumento da taxa de juros e, por consequência, no derretimento do crescimento econômico.

"No cenário sem reforma da previdência, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019 seria inferior a 1% e o Brasil já entraria em recessão a partir do segundo semestre de 2020, caminhando para perdas comparáveis às ocorridas no período 2014 a 2016", afirma o estudo, referindo-se ao período em que a economia encolheu cerca de 7%. Já com a reforma, a economia poderia crescer 2,9% neste ano e no ano que vem, acelerando para 3,3% em 2023. Já com a reforma, diz a nota, a economia poderia crescer 2,9% neste ano e no ano que vem, acelerando para 3,3% em 2023.

Danilo Cabral (PSB) comemorou vitória da oposição na Cãmara e revogação do decreto sobre dados sigilosos
Danilo Cabral (PSB) comemorou vitória da oposição na Cãmara e revogação do decreto sobre dados sigilososFoto: Sérgio Francês / Divulgação

A necessidade de acompanhamento da barragem de Jucazinho, localizada em Surubim, no Agreste pernambucano foi uma prioridade levantada pelo deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE) durante a reunião da Comissão Externa Desastre de Brumadinho, instalada no Congresso Nacional. O parlamentar afirmou que a lei 12.334/10, que estabelece a Política Nacional de Segurança de Barragens, também disciplina os reservatórios de acúmulo e abastecimento d’água. Por isso, a Comissão Externa deve acompanhar incluir em seu Plano de Trabalho a análise da situação das barragens de abastecimentos de água.

“O que aconteceu em Minas Gerais lançou uma luz vermelha sobre a situação de todas as barragens do país, inclusive as de abastecimento de água”, reiterou Danilo Cabral. Ele lembra que há relatórios de órgãos competentes tratando sobre os riscos das barragens. O Brasil tem 24 mil reservatórios identificados pela Agência Nacional de Águas (ANA) para diferentes finalidades e 45 têm risco de rompimento. Os dados estão publicados no Relatório de Segurança de Barragens, lançado em novembro do ano passado, com dados de 2017.

Leia também:
[Giro de Notícias] Veja as principais notícias desta quarta
Parlamentares pernambucanos discutem a pauta municipalista
Pernambuco tem 1.548 obras paralisadas, aponta TCE


Entre essas barragens, está a de Jucazinho, que apresenta risco iminente de rompimento, caso acumule água. Hoje, o reservatório opera com 3% de sua capacidade. Há dois anos, o governo federal deveria ter realizado uma obra de recuperação do vertedouro da barragem, mas o serviço está atrasado. Na semana passada, o DNOCS, responsável por Jucazinho informou que autorizou novamente a realização do reparo.

“Jucazinho abastece 15 municípios pernambucanos, é necessário acompanhar o processo para evitar qualquer outro crime, como o de Brumadinho”, afirmou o deputado.

Na próxima segunda-feira (18), o Ministério Público Federal vai realizar uma audiência pública para tratar sobre o andamento das obras de recuperação e adequação das barragens. O procurador Luiz Antônio Miranda será o responsável e também irá pautar sobre a capacidade do reservatório.

Parlamentares pernambucanos no encontro organizado pela Confederação Nacional dos Municípios
Parlamentares pernambucanos no encontro organizado pela Confederação Nacional dos MunicípiosFoto: Divulgação

Os parlamentares pernambucanos participaram do café da manhã promovido pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), na manhã desta quarta-feira (13). O encontro, que teve o objetivo de levar as demandas dos municípios para o Congresso, contou com a participação de mais de 200 parlamentares.

Representando Pernambuco estiveram presentes os deputados federais Silvio Costa Filho, Gonzaga Patriota, Carlos Veras, André de Paula, Danilo Cabral, Fernando Monteiro, Ricardo Teobaldo, Marilia Arraes, João Campos, Túlio Gadelha, Raul Henry, Fernando Rodolfo, Augusto Coutinho e André Ferreira, além dos senadores, Jarbas Vasconcelos, Fernando Bezerra e Humberto Costa.

Os presidentes das entidades estaduais municipalistas foram juntos com técnicos da CNM ao Congresso Nacional de gabinete em gabinete. O objetivo foi convidar deputados e senadores para o café da manhã, na sede da entidade, para apresentar a pauta municipalista definida nesta terça (12) pelo Conselho Político da Confederação, com as demandas dos municípios brasileiros.

Leia também:
[Giro de Notícias] Veja as principais notícias desta quarta
Pernambuco tem 1.548 obras paralisadas, aponta TCE
Confederação Nacional dos Municípios reúne parlamentares


“O evento que a CNM está promovendo nestes dois dias está sendo histórico para o movimento municipalista”, disse o prefeito de Afogados e presidente da Amupe, José Patriota, se referindo a pauta exclusiva voltada para o Nordeste tratada ontem, durante a reunião com a presença das Associações Municipalista do Nordeste.

Conselho da CNM - Composto por 27 presidentes das entidades estaduais e a diretoria, o colegiado se reuniu na sede, em Brasília, nos dias 12 e 13, para definir ações e temas prioritários a tratar com governo federal, parlamentares e tribunais. O encontro contou ainda com visitas aos Ministérios para tratar do pacto federativo e das reformas que o país precisa – e que devem beneficiar, diretamente, a gestão municipal.

Outro assunto importante discutido foi a questão da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12305/2010) – que determina obrigações para União, Estados, Municípios, setor empresarial e sociedade. Atualmente, apenas os gestores municipais são penalizados. O tratamento correto de resíduos sólidos é um dos principais gargalos da gestão municipal.

Humberto Costa (PT) é o líder do PT no Senado pela quinta vez
Humberto Costa (PT) é o líder do PT no Senado pela quinta vezFoto: Ricardo Stuckert Filho

No lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Democracia e dos Direitos Humanos, nesta terça-feira (12), o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) detonou o posicionamento do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, contra o líder ambientalista Chico Mendes. Humberto classificou o ecologista assassinado a tiros no quintal da própria casa, no Acre, no fim dos anos 1980, como um dos maiores defensores dos direitos humanos no país. "Quem é esse idiota do ministro Ricardo Salles para criticar Chico Mendes?", disparou.

O parlamentar criticou o desconhecimento do ministro sobre Chico Mendes. Segundo Humberto, sua luta na Amazônia foi reconhecida mundialmente, inclusive com premiação na ONU; e "não pode ser queimada por um ministro que faz joguete nas mãos do agronegócio, junto com a bancada ruralista e é inimigo do meio ambiente", disparou.

“Você tem um sujeito como esse Ricardo Salles, responsável pelas políticas do país em relação ao meio ambiente, que vem dizer que desconhece Chico Mendes. Meçam os dois pela régua da política, das lutas, da história. Chico Mendes não caberá lá. É um gigante. Já esse tal de Salles não poderá ser medido. Só pode ser visto em microscópio”, declarou o senador.

Leia também:
PSB: liderança deve ficar entre Tadeu, Danilo ou Julio Delgado
Lessa encontra ministro Marcos Pontes, o astronauta, nesta quarta

No discurso, o parlamentar condenou o que chamou de "perseguições feitas pelo governo a ambientalistas, quilombolas, indígenas, negros" e, ainda, lembrou de "retrocessos" que estão por vir em áreas como educação e saúde, como a proposta do escola sem partido e a volta do tratamento de choque para quem tem depressão, estabelecido em portaria ministerial.

“Essa frente que estamos criando é uma iniciativa para conter essas concretas ameaças de retrocesso nos pilares democráticos e na garantia dos direitos humanos no país. As preocupações aumentam à luz das perspectivas de criminalização de movimentos sociais colocadas em diversos projetos de lei em tramitação aqui no Congresso Nacional”, disse.







Reunião da bancada do PT no Congresso Nacional
Reunião da bancada do PT no Congresso NacionalFoto: Reprodução/Twitter

O senador reeleito Humberto Costa (PT), líder da oposição ao governo no Senado, se reuniu, nessa segunda-feira (14), com a presidente do partido, deputada eleita Gleisi Hoffmann (PR), e com a bancada do PT na Câmara. Em seu perfil, o parlamentar tuitou fotos do encontro e comentou como deverá ser a postura do partido em relação ao governo Bolsonaro.

"Bancada forte e unida do PT aqui no Congresso Nacional para enfrentar os retrocessos que estão por vir no governo Bolsonaro", postou o parlamentar. "O PT enfrentará as medidas nocivas que o governo Bolsonaro pretende adotar. Aqui no Congresso, agiremos com responsabilidade e em defesa dos interesses e direitos do povo brasileiro", tuitou, em seguida.

Apesar de ter a maior bancada na Câmara Federal, com 56 deputados (a anterior era de 69 parlamentares), o PT diminuiu no Senado, caindo de 13 para 6 senadores (-53,84%). No entanto, a legenda continua sendo bastante representativa no campo da oposição.

Bolsonaro - Na reunião, Humberto fez uma avaliação dos primeiros 14 dias do governo. 
“Aqui no Congresso Nacional, a bancada do PT vai lutar contra a redução dos aumentos legais previstos para o salário mínimo, a flexibilização do armamento, a reforma da Previdência e a ampliação da reforma trabalhista. Conversaremos com todos os partidos de esquerda e centro-esquerda para ampliar essa frente em defesa dos direitos do cidadão”, disse.

Eleição no Senado - Humberto comentou, ainda, sobre a eleição para a Presidência do Senado, prevista para ocorrer no começo de fevereiro. Ele acredita que a Casa precisa, agora, de alguém que trabalhe por um Legislativo mais forte, independente e autônomo. A bancada do PT no Senado irá se reunir no dia 29 para tratar do assunto.


Confira as postagens:

humberto

O deputado Wolney Queiroz preside o PDT, que comanda a Agricultura no Estado. Humberto Costa vê identificação do PT com a área
O deputado Wolney Queiroz preside o PDT, que comanda a Agricultura no Estado. Humberto Costa vê identificação do PT com a áreaFoto: Divulgação

No programa Folha Política, desta sexta-feira (11), o senador Humberto Costa (PT) avisou que está acompanhando mais de perto o processo eleitoral para as eleições da Mesa Diretora do Senado.

"Nossa primeira reunião para tratar desse tema será dia 29. Nossa posição menos que do que procurar identidade ideológicas posição de independência dentro do Congressos Nacional que não vai se submeter ao Supremo e ao Executivo", ponderou.

Já o deputado federal Wolney Queiroz (PDT) aguarda uma resolução da reunião dos pedetistas que acontece nesta sexta e neste sábado (12), no Rio de Janeiro, para fechar posição com relação às eleições da Mesa Diretora da Câmara Federal. Wolney Queiroz acredita que a visita a Pernambuco do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), candidato à reeleição da presidência da Casa, que vai acontecer dia 17 de janeiro deve reunir os 25 deputados da bancada pernambucana. O encontro deve ocorrer, no Palácio do Campo das Princesas, depois do convite do governador Paulo Câmara (PSB)

"Óbvio que, como o PSB de Pernambuco tem muma força muito grande nacionalmente, então, ele tem protagonismo em Pernambuco", reconheceu Wolney Queiroz
Ouça e compartilhe:

Deputado Danilo Cabral (PSB) acredita que fim das vinculações institucionais pode comprometer futuro da Educação no País
Deputado Danilo Cabral (PSB) acredita que fim das vinculações institucionais pode comprometer futuro da Educação no PaísFoto: Chico Ferreira

Para responder aos primeiros movimentos do presidente Jair Bolsonaro em relação aos governadores do Nordeste, o deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE) anunciou a criação de uma Frente Parlamentar em Defesa do Nordeste no Congresso Nacional. Segundo o parlamentar, existe a necessidade de aprimorar os mecanismos de diálogos do governo federal com a região. “O Nordeste precisa ser respeitado. Ele é presidente de todos os brasileiros, inclusive daqueles que não votaram nele”, afirma.

Em entrevista ao SBT na última semana, Bolsonaro disse esperar que os governadores nordestinos não o procurem para pedir recursos, em resposta à informação de que eles teriam se recusado a pendurar sua foto oficial nos gabinetes. "Espero que não venham pedir nada para mim porque eu não sou o presidente deles. O presidente (dos governadores do Nordeste) está em Curitiba”, comentou, se referindo ao ex-presidente Lula, que obteve maior votação nos estados nordestinos.

Leia também:
Paulo Câmara pedirá audiência com Bolsonaro
[Podcast] Luciana Santos quer garantir 'legado das mulheres à frente do seu tempo'
Bolsonaro faz nesta terça-feira a segunda reunião ministerial

“Essa fala do presidente foi trágica. O Nordeste pode e deve reivindicar suas demandas mesmo tendo escolhido outro presidente”, reforça Danilo Cabral, criticando declaração de Bolsonaro para o SBT. O presidente teve 30,3% dos votos na região no segundo turno", reagiu o socialista às declarações do presidente da República.

O parlamentar destaca que a ausência de representante do Norte e Nordeste no Ministério foi um indicativo de que faltará ao governo uma pessoa com “leitura local” e sensibilidade para os interesses da região. “Além disso, o presidente inaugurou uma nova forma de interlocução política do governo com o Congresso Nacional, priorizando as frentes temáticas ao invés dos partidos políticos, o que nos leva a introduzir o tema Nordeste nesse formato”, acrescenta Danilo Cabral.

O Congresso Nacional conta com 151 deputados e 27 senadores nordestinos. “Nosso objetivo é mobilizar a bancada e criar um espaço de diálogo do Parlamento com o governo federal e com a sociedade”, diz. Ele frisa que a região deve ter acesso as políticas públicas e deve ter seus interesses e demandas atendidos.

“Estamos falando de uma região que tem 54 milhões de habitantes, responsável por 14% da economia brasileira e onde estão presentes as marcas mais profundas das desigualdades sociais do nosso país. Precisamos reduzir desigualdades regionais, gerar oportunidades de emprego e fazer os investimentos necessários para a melhoria da nossa infraestrutura, como garantir o acesso a água, bem como garantir as políticas sociais”, declarou.

“Não vamos admitir que o Nordeste volte a ser visto de forma discriminatória e preconceituosa. Diferentemente do que pensam muitos, o Nordeste é parte da solução do Brasil”, afirma Danilo Cabral. O deputado disse esperar que o presidente atenda a solicitação, feita nesta segunda-feira (7), de audiência do governador Paulo Câmara para debater a continuidade de projetos importantes em Pernambuco.

Reeleito para o terceiro mandato, Danilo Cabral espera fazer a instalação da Frente já nos primeiros dias da nova legislatura. Senadores e deputados tomam posse no dia 1º de fevereiro.

comece o dia bem informado: