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Gleisi Hoffmann se reúne com lideranças do PT-PE
Gleisi Hoffmann se reúne com lideranças do PT-PEFoto: Paullo Allmeida

Um dia após se reunir com o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, em Brasília, a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, se reuniu, ontem, na sede do PT de Pernambuco, com a comissão Executiva estadual para relatar a situação das negociações com o PSB e estimular a pré-candidatura da vereadora do Recife, Marília Arraes (PT), ao governo estadual, como ferramenta de pressão. A dirigente petista quis sentir o clima no partido antes de se reunir com o governador Paulo Câmara, vice-presidente nacional do PSB, hoje, no Palácio do Campo das Princesas.

Apesar de reforçar que o PT trabalha para fechar aliança com o PSB, a petista destacou a importância de o partido ter candidatura no Estado. “Estamos em um processo de discussão de aliança, dizendo que a prioridade é a candidatura de Lula. Inclusive, Marília tem a compreensão disso. Mas também nunca desautorizamos a nossa candidatura aqui, acho que é importante o PT ter posicionamento”, declarou Gleisi. “Até para você fazer aliança é preciso estar no jogo da política”.

Durante a reunião, Gleisi relatou a conversa que teve com Siqueira e solicitou que a Executiva montasse as chapas proporcionais - candidaturas à Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa de Pernambuco - e o plano de governo, que será apresentado a Frente Popular, em caso de aliança, ou pela própria Marília Arraes, caso não se concretize. “A gente tem que continuar a fazer a campanha em Pernambuco, até para dar sustentação à candidatura de Lula”, disse.

Ao lado de Marília Arraes, a dirigente petista evitou comentar as conversas entre Paulo Câmara e o presidenciável Ciro Gomes (PDT) ontem, em Brasília, mas ponderou o pedido do governador pernambucano a Siqueira para adiar as reuniões da Executiva e do Diretório do PSB para o início de agosto. “Eles também têm seus problemas internos. Talvez estejam tentando resolver os problemas”, comentou. Assim como o PT nacional, Câmara tem interesse nessa aliança, embora o PSB esteja mais inclinado, atualmente, a caminhar com o PDT.

Após o encontro coletivo, Gleisi e Marília trocaram impressões a sós, reservadamente. Antes da conversa com a mandatária petista, Marília destacou que, em caso de aliança do PT com o PSB, ela não será incoerente com o que defende e Gleisi já estaria ciente disso. A vereadora também fez questão de frisar que “as negociações são nacionais, não estão no varejo” - ou seja, não interessa ao PT só fechar Pernambuco. “Isso (o fato da aliança ser nacional e não apenas local) deixa a gente mais a vontade para construir e crescer aqui com a candidatura, inclusive com a unidade do partido”, avaliou a pré-candidata.

Uma ausência sentida foi a do senador Humberto Costa (PT), o maior expoente da ala que defende aliança com o socialista. Caso se concretize, ele deve herdar uma das vagas ao Senado na Frente Popular. Costa, que ficou em Brasília cumprindo agenda parlamentar, foi representado pelo assessor político, ex-vereador Dilson Peixoto.

Daniel Coelho
Daniel CoelhoFoto: Divulgação

A 6ª Vara Civil da Capital, do Tribunal de Justiça de Pernambuco, anulou a Resolução Orgânica nº 07/2018 do Diretório Nacional do PPS, assinada pelo seu presidente Roberto Freire, que dissolvia a executiva estadual, eleita no Congresso realizado no dia 02 de abril deste ano, sob argumento de descumprimento do Estatuto do partido.

 O deputado federal Daniel Coelho (PPS) destacou a coesão da legenda para o período eleitoral. "Não existe duas partes do partido, estamos todos integrados com projetos nas chapas para federal e estadual. A decisão da Justiça só confirma óbvio", ressaltou. Já o advogado Felipe Ferreira Lima, ex-presidente do PPS no Recife, não compreende a decisão que manteve a chamada "guarda compartilhada do diretório estadual". 

"Mais uma vez a liminar de um plantonista decide. Estamos blindando a comissão provisória, indicada pelo Diretório Nacional, e a executiva eleita, uma vez que questionamos a titularidade do PPS estadual. A executiva eleita está blindada até o final do processo e não pode ser destituída", disse Ferreira Lima.

Deputado estadual Romário Dias (PSD)
Deputado estadual Romário Dias (PSD)Foto: João Bita/Alepe

Após o falecimento do deputado Guilherme Uchôa (PSC) e, consequentemente, a vacância da cadeira da presidência da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), os parlamentares pernambucanos iniciaram uma verdadeira corrida para ver quem deve assumir o posto. Na corrida ganha vantagem o primeiro-vice da Casa, deputado Cleiton Collins (PP), que assumiu interinamente a cadeira de Uchôa e que, segundo o deputado estadual Romário Dias (PDT), também já se colocou como candidato a disputar o cargo. Dias, que já foi presidente da Alepe três vezes, é o entrevistado desta edição do Podcast Folha Política.

Collins é o primeiro candidato a ter oficializado intenção de disputar o cargo. Os outros candidatos, apesar de já se saber os nomes ventilados -Waldemar Borges (PSB), Isaltino Nascimento (PSB) e Eriberto Medeiros (PP) - ainda não se pronunciaram sobre querer disputar a eleição da Mesa Diretora. Romário Dias acredita que para um mandato-tampão, o melhor é buscar o diálogo e o consenso entre os deputados para evitar indisposição com os pares.

“Eu tive uma conversa agora com Cleiton Collins, e conversando com ele agora sobre a Assembleia Legislativa, ele me colocando que quer ser candidato, eu disse a ele que é um direito que assiste a ele, e que, a gente tem que trabalhar para poder fazer com que procure ali na medida do possível algum consenso. Para evitar bate-chapa, para evitar problema já no final de um mandato”, contou o parlamentar.

Sem deixar de ressaltar que assumiria a função, caso necessário, Romário ressaltou a importância de ter um candidato experiente para um mandato tampão. “Eu tô no banco, mas tô sempre preparado para entrar no time principal”.

Ouça a íntegra da entrevista no Podcast Folhape:

Vereador Rinaldo Junior (PRB)
Vereador Rinaldo Junior (PRB)Foto: Mandy Oliver/Folha de Pernambuco

Na última sessão ordinária do semestre na Câmara Municipal do Recife, realizada na quarta-feira (4), foi aprovado por unanimidade o projeto de lei 75/2018, de autoria do vereador Rinaldo Júnior (PRB), que versa sobre a proibição de incentivos fiscais a empresas que tenham envolvimento em corrupção de qualquer espécie ou em ato de improbidade administrativa no município do Recife. O projeto de lei segue agora para o gabinete do prefeito Geraldo Júlio. Também nesta sessão, um projeto de lei que pedia a abertura de crédito de aproximadamente 4 milhões de reais destinado ao custeio de obras e equipamentos para o Geraldão, foi retirado de pauta e deve voltar para discussão no próximo semestre.

De acordo com o vereador Rinaldo, o projeto não proíbe previamente a participação dessas empresas em editais de licitação, mas as impede de receber isenção fiscal. O parlamentar também considera que o projeto é favorável ao “clamor popular”. “Foi aprovado por unanimidade, todos os vereadores entenderam que a gente tem que dar uma resposta digna à sociedade e a resposta foi dada”.

Ainda segundo Rinaldo, uma articulação da bancada de oposição conseguiu impedir a votação do projeto de lei do executivo que autoriza a contratação de operação de crédito junto ao Banco do Brasil S.A., no âmbito do programa eficiência municipal, no valor de R$ 4.025.336,24. “É um cheque em branco que a Câmara não autorizou, a câmara não ia autorizar, e a bancada de governo se viu acuada e retirou o projeto de votação”, ressaltou.

Com os parlamentares do PSC somados às articulações do bloco de Rinaldo, a depender do quórum do dia, o número de votos da bancada já começa a ser suficiente para barrar os projetos, que precisam de aprovação de 24 vereadores.
No entanto, o vereador líder do governo, Eriberto Rafael (PTC), explicou que houve um erro de interpretação e a matéria foi retirada de pauta para que os parlamentares tenham mais tempo de aprofundar a discussão. “Não tem questão de cheque em branco, a mensagem do projeto é bem clara, destinando esse projeto à execução no Geraldão”explicou. “Realmente é um projeto que já passou por certas dificuldades, mas é o intuito do prefeito entregar esse equipamento que vai ajudar e muito a população do Recife”.

Apesar dessa pauta não ter sido votada, o Executivo Municipal conseguiu a aprovação de outras matérias importantes, como a instituição do plano de cargos, carreira, desenvolvimento e vencimentos - PCCDV do grupo ocupacional de apoio ao magistério e a revisão do plano de cargos, carreira e vencimentos (PPPCV) do grupo ocupacional segurança municipal.

A partir de agora, com o recesso legislativo de julho, algumas discussões devem ficar em suspenso, como é o caso da regulamentação de aplicativos, como o Uber. Em agosto, os vereadores devem retomar os trabalhos e se debruçar sobre pautas como o Plano Diretor, a Lei Orçamentária Anual e o Plano de Mobilidade.

Paulo Câmara
Paulo CâmaraFoto: Divulgação

Apesar de a maioria defender o apoio ao ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), pré-candidato à Presidência, o PSB contratou pesquisa de opinião quantitativa e qualitativa nacional e por estados para lastrear a decisão de apoio na corrida presidencial de outubro. O questionário já está sendo elaborado e deve passar pelo crivo da Executiva nacional nesta semana. Já o resultado deve sair no máximo até a terceira semana de julho.

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Nem mesmo a pressão do pedetista por uma resposta socialista em troca da vice na chapa presidencial deve mudar o prazo do partido, que tem até o final de julho para decidir o rumo. O nome do partido para o posto é o do ex-prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), que tenta valorizar o passe se colocando como pré-candidato ao Governo de Minas Gerais. Ele também havia sido cogitado na vice da chapa petista. Um socialista, em reserva, disse que o partido não deve mudar seu prazo para atender a Ciro Gomes.

Apesar dele ser o preferido da maioria dos socialistas, o presidenciável do PDT ainda sofre resistência de algumas alas que preferem aliança com o PT, por exemplo. Outra opção discutida internamente é a liberação dos diretórios estaduais. Essa postura de neutralidade não agrada aos socialistas mais ideológicos, porém ajudaria os governadores nas costuras regionais visando à aliança com o partido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Embora alguns socialistas defendam que o prazo de 15 dias seja o ideal - visto que a maioria já externou a preferência -, outros avaliam que a legenda precisa esgotar o debate interno. Neste período, a executiva nacional do PSB deve se reunir para debater cenários e alianças. Após o encontro da última quarta, entre os governadores do partido em Brasília, Paulo Câmara afirmou que o partido decidirá até o final de julho. Ele, inclusive, é um dos que preferem que as conversas se estendam até o limite do prazo legal.

As convenções partidárias podem ser realizadas a partir de 20 de julho a 5 de agosto. Contudo, a decisão acerca do rumo do partido na corrida eleitoral deve ser conhecida antes da realização da convenção, que deve ser apenas cartorial. O partido ainda não fechou a data.

Armando e Mendonça são recebidos por vereadores
Armando e Mendonça são recebidos por vereadoresFoto: Leo Caldas/Divulgação

Na véspera do evento de embarque do clã Ferreira na Frente 'Pernambuco vai Mudar', o senador Armando Monteiro Neto, pré-candidato a governo,  visitou a Câmara Municipal do Recife acompanhado do pré-candidato a senado e deputado federal, Mendonça Filho (DEM). Ainda nesta tarde, o vereador líder do PSC na Câmara, Renato Antunes, apesar de sempre fazer a linha da oposição consciente e já ter criticado na tribuna a atual administração da capital pernambucana, nesta segunda-feira (25), subiu o tom contra a Prefeitura na cobrança de pautas.

“Nesse momento, o que nos reúne é Pernambuco. Queremos oferecer uma nova agenda, um novo caminho, uma nova proposta ao Estado. Esse projeto está aberto a contribuições de todos que queiram ajudar e há temas que são de interesses dessa Casa, como a questão da mobilidade, do planejamento urbano, da segurança pública, que é algo tão inquietante”, afirmou Armando. “Teremos muita satisfação de, ao longo da caminhada, contar com o apoio dos companheiros e incorporar sugestões e propostas que os vereadores queiram ver no debate eleitoral”, completou.

Críticas
Na tribuna, o vereador Renato Antunes criticou a postura da Prefeitura sobre a resolução de problemas da comunidade Tabaiares. Segundo o parlamentar, que também pediu pela criação de uma comissão em defesa da comunidade, um cadastro vem sendo feito pela Prefeitura  na comunidade, sem nem mesmo que os moradores saibam qual a finalidade. “Se está sendo feito este cadastro, os moradores querem saber se serão retirados de lá? Alguns recebem auxílio moradia de R$ 250, mas isso é suficiente para quê? A nossa prioridade, enquanto vereador, é o povo. Não atendemos os interesses das empresas que fazem as especulação imobiliária”, reprovou Antunes.

Deputado estadual Rodrigo Novaes (PSD) é autor do projeto
Deputado estadual Rodrigo Novaes (PSD) é autor do projetoFoto: Jarbas Araújo/Alepe

A crise do desabastecimento de combustível que afeta o País foi o tema dominante na sessão plenária da Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (24). Parlamentares criticaram a condução do impasse pela gestão do presidente Michel Temer (MDB) e alertaram para os efeitos que a ausência da commodity pode causar em Pernambuco.

O deputado Rodrigo Novaes (PSD) manifestou solidariedade aos caminhoneiros, que fazem greve em protesto a política de preços adotadas pelo Executivo federal. Segundo ele, é preciso uma reavaliação da gestão adotada pela Petrobras.

“Lamento pelo caos, mas, às vezes, para enfrentar uma gestão que governa de costas para o povo, é importante que se tomem medidas radicais”, acrescentou. Por fim, Novaes criticou os postos de combustíveis que “se aproveitaram da situação” e elevaram os preços.

Joel da Harpa mostrou preocupação com o desabastecimento das viaturas policiais, já Socorro Pimentel chamou atenção para a situação das ambulâncias. Em contrapartida, Waldemar Borges fez um apelo para que a população evite “entrar na onda do apavoramento” e Laura Gomes garantiu que o Governo do Estado está tomando as providências para lidar com a questão.

Outros parlamentares aproveitaram a crise para criticar a condução política do País. “Parece que estamos numa disputa com a Venezuela para saber quem mais maltrata a sua população”, afirmou o deputado Romário Dias.

Em apartes, os deputados José Humberto Cavalcanti (PTB), Joel da Harpa (PP) e Alberto Feitosa (SD) endossaram as críticas de Romário Dias. “O quadro é muito preocupante e não temos quem possa levar o País a um entendimento, a algo que possa nos levar de volta à posição de liderança na América do Sul e entre os emergentes”, destacou Cavalcanti.

Já Feitosa não deixou de alfinetar a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) que, segundo ele, também é responsável pelo problema. “Nós, legisladores, nos acovardamos, deixamos de legislar e erramos por omissão. O governo anterior foi quem produziu esta crise, então ele é que deveria estar vivendo essa situação”, analisou Feitosa.

Vereador do Recife Ivan Moraes Filho (PSOL)
Vereador do Recife Ivan Moraes Filho (PSOL)Foto: Beto Figueiroa/Divulgação

A Câmara do Recife discute voto de aplauso aos 11 anos da marcha da maconha. Por oito votos a favor e doze contrários, a proposta do vereador Ivan Moraes (PSOL) não foi aprovada, mas gerou um intenso debate na Casa esta tarde. O tema foi levado a discussão na tribuna por Moraes e por Michele Collins (PP). O principal argumento dos parlamentares que se posicionaram contrários é que “faz muito mal à saúde”, como reforçou o vereador Antônio Luiz Neto (PTB).

A marcha aconteceu no último sábado (19) e percorreu importantes avenidas da Cidade do Recife. Em seu aparte, o vereador Jayme Asfora (PROS), explicou que não se tratava de uma apologia às drogas, mas sim do “aplauso a uma manifestação de pensamento”.

De acordo com o autor da proposta, o Ministério Público já se pronunciou sobre as movimentações que ocorrem em todo País “assegurando a liberdade de expressão e esclarecendo que não fazia apologia a drogas”. Ainda de acordo com ele, o voto de aplauso é somente uma forma de fortalecer uma bandeira. “A proibição mata muito mais que a droga. Precisamos fazer uma pergunta: quanto àquelas pessoas que têm um relacionamento problemático com drogas, queremos prendê-las, queremos matá-las ou queremos cuidar delas?”.

Para o vereador Renato Antunes (PSC), a diferença entre o uso recreativo e medicinal precisa estar bem estabelecido para que a Câmara do Recife aprove uma homenagem. “Não estamos aqui para ser contra a livre manifestação. Há marchas para tudo. Faço minhas as palavras de Antonio Luiz Neto. Sabemos que a erva foi criada para um propósito. Faz uso dela quem quer. Mas não podemos confundir o uso medicinal com o uso indevido”.

Fernando Haddad (PT), Paulo Câmara (PSB) e Marília Arraes (PT)
Fernando Haddad (PT), Paulo Câmara (PSB) e Marília Arraes (PT)Foto: .

Um dos principais articuladores do projeto majoritário do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-ministro Fernando Haddad (PT) visitará Pernambuco, na próxima sexta-feira (25). Conforme o Blog da Folha antecipou, ele se reunirá com o governador Paulo Câmara. No entanto, ele também solicitou um encontro com a vereadora Marília Arraes (PT), que tenta viabilizar sua candidatura ao governo. A conversa com a petista ficou marcada para o início da manhã, já que ela deve seguir para outra agenda no interior, na sequência.

 A vinda de Haddad ocorre uma semana após ele elogiar a gestão de Paulo Câmara no Governo do Estado. A declaração foi dada após ele e a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, visitarem Lula na superintendência da Polícia Federal de Curitiba. A afirmação foi vista como uma senha para uma aliança entre PT e PSB em Pernambuco.

Em entrevista ao Blog da Folha e Folha de Pernambuco, Haddad afirmou que o objetivo da visita seria coletar experiências da gestão do governador socialista em Pernambuco. Ele é um dos responsáveis pela formatação do programa de governo da candidatura de Lula à Presidência da República e está percorrendo todos os estados em busca de ações exitosas para a campanha presidencial do PT neste ano. 

 "Estou indo aos estados e vendo o que os governadores fizeram de melhor para formatar o programa de governo da campanha presidencial de Lula. Eu combinei com ele uma nova vista a Pernambuco. Deve ir para o Estado entre o final de maio e começo de junho", afirmou, após participar com Paulo Câmara de um evento promovido pela Fundação Lemman, no começo do mês.

A despeito das costuras nacionais, a vereadora Marília Arraes segue articulando sua candidatura. No último domingo (22), a petista fez um grande ato no Clube Internacional em defesa do seu projeto majoritário. Apoiadores do seu projeto político também pressionam as lideranças nacionais em defesa da tese de candidatura própria e contra a aliança.

A tensão interna cria um ambiente de conflito para a reunião do diretório do PT-PE, no próximo dia 10 de junho. O encontro deverá bater o martelo sobre o caminho da sigla no pleito do Estado.

Túlio Gadêlha
Túlio GadêlhaFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

Pré-candidato a deputado estadual pelo PDT, Túlio Gadêlha, marcou presença no ato de apoio a pré-candidatura de Marília Arraes (PT) e em defesa do ex-presidente Lula - condenado a mais de 12 anos de prisão e cumprindo pena desde abril. Apesar dos pedetistas integrarem a Frente Popular, do governador Paulo Câmara, Gadêlha afirmou que “defende o direito dela [Marília Arraes] ser candidata” e reforçou não ser “dissidente”.

“Hoje não posso dizer que estou apoiando a candidatura de Marília, porque eu preciso fazer esse debate internamente dentro do PDT. Porém, a gente defende o direito dela ser candidata, porque ela não sendo candidata o povo pernambucano perde e a democracia perde mais", afirmou.

Apesar de admitir não ter discutido o assunto internamente na legenda, ele lembrou uma situação precedente em que o PDT liberou os candidatos para apoiar quem quisesse. “Em 2014 meu partido apoiou uma candidatura, a de Armando Monteiro e Paulo Rubens, Inclusive Paulo Rubens era o vice de Armando Monteiro pelo PDT. Em naquele momento o partido abriu dissidência. A família do presidente Zé Queiroz e a família Queiroz apoiou a candidatura de Paulo Câmara. Da mesma forma a gente tenta construir junto ao PDT essa dissidência, para apoiar a candidatura que a gente acredita”.

Além de Túlio Gadêlha, outros partidos também marcaram presença. O PSOL, PTB e PRB também tiveram representantes, como o caso do vereador de Brejão, Jânio Moraes (PRB).

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