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Prefeita de Ipojuca, Célia Sales (PTB) recebeu 72 voluntariados internacionais
Prefeita de Ipojuca, Célia Sales (PTB) recebeu 72 voluntariados internacionaisFoto: Divulgação

Setenta e dois voluntários de quatro países foram recebidos, nesta segunda (18), pela prefeita de Ipojuca Célia Sales (PTB). Eles passarão uma semana construindo seis casas de 45m² para famílias carentes de Nossa Senhora do Ó. A ação é a 16ª edição do Programa Global de Voluntariado da Delta Airlines, a primeira realizada no Brasil, cujo município de Ipojuca foi escolhido para realizar o sonho da casa própria para seis famílias de baixa renda.

Para viabilizar o projeto, que é feito em parceria com a Gol Companhia Aérea e a ONG Habitat para Humanidade Brasil, a Prefeitura de Ipojuca doou o terreno, colocou à disposição um engenheiro para acompanhar a obra, deu o apoio de infraestrutura e passou a relação das famílias cadastradas no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) para que fosse feita a seleção das que seriam contempladas.

“Talvez vocês não tenham noção da lição de vida que estão dando hoje para o Brasil, para Ipojuca. Uma lição de amor. Estou muito emocionada porque estou no governo a apenas dois anos e, como filha da terra, afirmo que Ipojuca nunca viveu um momento deste. Aos voluntários digo: estou à disposição para o que vocês precisarem. Vocês estão nos ajudando a realizar o sonho de seis famílias que merecem muito. E às famílias contempladas: nunca esqueçam que isto é obra de Deus na vida de vocês.”, discursou a prefeita Célia Sales que estava acompanhada do secretário de Habitação Arlindo Capitani.

O gerente de projetos sociais da Delta Airlines, Berry Mattheus, também comentou a alegria do Projeto Global de Voluntariado ter chegado ao Brasil. “É a nossa primeira edição aqui. A Delta tem, em sua política, o comprometimento de, nos países que realizam seus trabalhos, devolver à comunidade local ações sociais”, afirmou. Segundo ele, mais de 400 pessoas do mundo todo aplicaram formulários para se voluntariar nesta edição, mas o critério de escolha é sempre “o coração generoso para servir ao próximo”. Os voluntários desta ação em Ipojuca são diretores, CEO, pilotos, comissários de bordo e bancários, sendo eles 56 funcionários da Delta, 12 da Gol Companhia Aérea e 4 do Banco Santander, parceiro deste projeto no Brasil.

Para o espanhol, da cidade de Madrid, Hector Dancausse, de 56 anos, esta oportunidade de ser voluntário é mais do que ajudar ao próximo, é aprender a ser mais humano. “Não acredito que vou mudar a realidade do mundo, mas estou fazendo a minha parte e tenho certeza que a primeira vida modificada é a minha”, contou emocionado Hector. Já para Sloane Maria da Silva, que receberá a casa de número seis, o sonho da casa própria é mais do que conforto e economia por se livrar do aluguel, significa dignidade para ela e os dois filhos que possuem autismo. “Cada um aqui vive a sua luta. A minha além de cuidar dos meus filhos é desenvolver um trabalho na Associação dos Pais de Filhos Autistas. Só tenho a agradecer a prefeitura e os voluntários por nos ajudar com esta casa”, disse.

Bruno Araújo, presidente do PSDB-PE, cobrou investigação do crime
Bruno Araújo, presidente do PSDB-PE, cobrou investigação do crimeFoto: Paullo Allmeida/Folha de Pernambuco

O PSDB de Pernambuco, sob a presidência do ex-ministro Bruno Araújo, solidarizou-se com a família do vereador de Floresta, Beto Souza (PSDB), 51 anos, pelo seu assassinato, neste domingo (17), ocorrido na zona rural do município. O presidente do PSDB-PE cobrou das autoridades estaduais de segurança o esclarecimento do crime com brevidade.

O vereador tucano foi vítima de uma emboscada na Fazenda Tabuado. Souza figurava como pré-candidato a prefeito de Floresta nas eleições municipais do próximo ano. Informações divulgadas em blogs locais dão conta de que o vereador Beto Souza, ao ser baleado na Fazenda Tabuado, foi socorrido para o hospital municipal de Floresta e faleceu no local. O vereador tem um irmão – Luiz Carlos de Souza – que também foi assassinado aos 56 anos, um crime ainda em investigação.

Governadores de todo país assistem apresentação da equipe econômica sobre reforma da Previdência
Governadores de todo país assistem apresentação da equipe econômica sobre reforma da PrevidênciaFoto: Divulgação

Os 27 gestores estaduais brasileiros voltam a se encontrar com o ministro Paulo Guedes no próximo dia 26, durante Reunião Extraordinária do Fórum de Governadores. O encontro, que aconteceria amanhã, foi adiado e será realizado no Palácio do Buriti, em Brasília.

Na pauta está a definição de medidas emergenciais de ajuda financeira aos Estados. Além disso, os governadores nordestinos devem apresentar temas discutidos no Fórum dos Governadores do Nordeste, na última quinta-feira, como a defesa do Estatuto do Desarmamento e a posição contrária a pontos da Reforma da Previdência.

O convite é assinado pelos governadores Ibaneis Rocha (MDB), do Distrito Federal; João Dória (PSDB), de São Paulo, e Wilson Witzel (PSC), do Rio de Janeiro. O último encontro dos gestores estaduais com Guedes aconteceu no dia 20 de fevereiro. Na ocasião, ao ter acesso ao texto da nova Previdência, o governador Paulo Câmara (PSB) se comprometeu a analisar a proposta e apresentar sugestões.

Joel da Harpa é deputado estadual
Joel da Harpa é deputado estadualFoto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco

Deputados federais e estaduais de vários estados que representam policiais militares se reúnem, hoje, na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), para um movimento contra a inclusão de PMs e bombeiros militares na reforma da Previdência. Eles devem seguir as mesmas regras que os integrantes das Forças Armadas, cujo texto deve chegar ao Congresso no próximo dia 20. O objetivo principal é mobilizar os policiais do Nordeste contra a proposta.

"Teremos parte da bancada da bala aqui no Estado. Nossa intenção é fazer esse trabalho de orientação aos militares e de debater essa possível reforma. Esse movimento vai ser importante para mostrar que os militares do Nordeste são contrários à reforma", explica o deputado estadual Joel da Harpa (PP), que organiza a audiência pública no Legislativo pernambucano.

Devem participar do evento os deputados federais Subtenente Gonzaga (PDT-MG) e Capitão Alberto Neto (PRB-AM), e os deputados estaduais Soldado Prisco (PSC-BA), Capitão Samuel (PSC-SE) e Cabo Bebeto (PSL-AL).

Segundo Joel, a mobilização dos policiais ajudou a fazer com que os militares ficassem de fora da proposta de reforma da Previdência apresentado pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), que não chegou a ser votado. Na época, ele lembra que a mobilização tinha o apoio do hoje presidente Jair Bolsonaro (PSL).

"Militar não tem FGTS, não tem hora extra, não tem periculosidade, não tem vários direitos que o civil tem. Além disso, o serviço do policial é totalmente diferente do serviço do militar federal. A característica do trabalho é diferente. O militar federal não trabalha na rua, não trabalha no contexto da segurança pública no dia-a-dia", defende.

Em um discurso na semana passada, o deputado Isaltino Nascimento (PSB), líder do governo no Legislativo, tratou as regras específicas para militares como um desafio.
"Nós vamos ter um problema grave nos estados que é uma previdência diferente para policial militar e corpo de bombeiros e outra para policiais civis. E são todos da área de segurança pública", projetou.

Barragens
No mesmo dia, a Assebleia Legislativa de Pernambuco também realiza a primeira audiência pública da Comissão Especial para avaliar a situação das barragens no Estado. Estão convidados representantes da Compesa, da Apac, do Dnocs e do Crea.

"Nós decidimos chamar esses atores importantes para que eles pudessem nos dar um raio-x das barragens. A partir daí, a gente vai definir um cronograma de visitas. Uma das coisas que a gente precisa saber é quais são as barragens que são federais, quais são as estaduais. E se aquelas que são administradas pela Compesa, de quem é a responsabilidade, se é da Compesa ou se é do Dnocs", explica o deputado estadual Antônio Moraes (PP), presidente do colegiado.

Presidente da República, Jair Bolsonaro
Presidente da República, Jair BolsonaroFoto: Marcos Corrêa/PR

 Militares, olavistas, equipe econômica, civis notórios como Sérgio Moro e os próprios filhos. Dois meses e meio após o início do mandato, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) ainda tem o desafio de conciliar os diversos grupos do governo e de suas agendas às vezes conflitantes.

A disputa por protagonismo veio à tona nos últimos dias com a troca de farpas entre o "guru" do governo, o filósofo Olavo de Carvalho, e o vice-presidente Hamilton Mourão, porta-voz da ala militar. O imbróglio entre ideólogos e militares levou o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, a fazer uma série de demissões no MEC. Terceiro maior orçamento da Esplanada (R$ 122 bilhões), o ministério teve três secretários-executivos, segundo cargo no comando, em três dias.

Os dois grupos também patrocinam uma corrida por cargos estratégicos como a embaixada do Brasil nos Estados Unidos e a coordenação da comunicação do presidente.

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"A gente pode considerar essa disputa por protagonismo como um comportamento normal da ocupação de novos governos. Na mudança do governo Fernando Henrique Cardoso para o governo Lula também houve uma disputa para ver que forças ocupariam os principais espaços. O que é diferente, além da composição ideológica desses grupos, é que o governo seguiu a ideia de compor os ministérios sem a tradicional divisão com os partidos políticos. Você gera uma disputa que não necessariamente trouxe dividendos políticos para o presidente no Congresso", avalia Priscila Lapa, professora de Ciência Política da Facho.

Grupos
Hoje, os militares são o núcleo mais numeroso no governo. No primeiro escalão, dos 22 ministros, oito integram as Forças Armadas. A ala dos ideólogos, formada por ex-alunos de Olavo, representa alguns dos temas centrais para a campanha do presidente na educação e nas relações exteriores. Embora seja um círculo menor, esse grupo está muito próximo dos filhos do presidente, que têm protagonismo importante nas prioridades de Bolsonaro.

Para contemplar agendas defendidas durante a eleição, o chefe do Executivo escolheu uma equipe econômica de matriz liberal, representada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Com o argumento anticorrupção, ele conseguiu ter o ex-juiz da Lava Jato Sérgio Moro como ministro da Justiça e Segurança Pública. Os evangélicos são vocalizados pela ministra da Mulher e Direitos Humanos, Damares Alves. Os agronegócio é representado pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina. No braço político, estão nomes do DEM, como o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

"A família Bolsonaro é o núcleo mais complicado. Embora seja o mais próximo, pela consanguinidade. Mas filho não é cargo público. Esse é o núcleo mais controvertido porque ele é contestado por todos, menos o presidente. Até porque filho não pode ser demitido", ressalta o cientista político Arthur Leandro, professor da UFPE.

"Os três filhos têm um jeito muito próprio de atuar em defesa do pai, não exatamente da presidência da República. A disputa de Carlos Bolsonaro com Gustavo Bebianno, por exemplo, gerou dificuldade para o governo, porque o ministro era um dos articuladores com o Congresso. Por mais importante que Guedes ou Moro sejam, se os filhos entenderem que algo que eles propuseram é contrário aos interesses do pai, eles vão abrir uma guerra. Isso acaba gerando impasse e instabilidade. Eles acabam sendo mais um fator de ruído do que de pacificação", defende Leandro.

Militares
Apesar disso, o sociólogo Aécio Gomes de Matos lembra que, sempre que enfrenta uma crise, o presidente recorre aos militares como um fator de estabilidade. "Eles nunca foram tão fortes do ponto de vista da interferência política. É comum gente da esquerda dizer que a melhor coisa do governo Bolsonaro é a tutela dos militares. O próprio Mourão tem sido usado, aqui e acolá, como um freio de arrumação das decisões do governo", justifica.

Na visão dele, nomes como Onyx e Moro têm "ficado meio de lado" dentro do governo. "A partir do momento que decisões tomadas por eles são revertidas, parece que houve um nível de desautorização. Falo de ter voltado atrás na nomeação de Ilona Szabó (escolhida para compor o Conselho Nacional de Segurança, mas vetada pelo presidente). Eu sempre disse que a escolha de Moro trazia expectativas positivas quanto ao combate à corrupção e ao crime organizado. Mas, hoje, acho que ele está fragilizado", descreve.

Onyx
Embora já tenha sido visto como principal interlocutor político do governo, o ministro Onyx Lorenzoni também parece ter perdido espaço. Na semana em que o Congresso definia a composição e o comando das comissões temáticas, inclusive daquelas por onde tramitaria a reforma da Previdência, Onyx viajou em missão para a Antártida.

"Um dado que acho relevante é o papel do presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Embora ele não seja considerado assim nesse instante, ele está atuando como um eixo de apoio ao governo Bolsonaro. Maia é uma espécie de primeiro-ministro de Bolsonaro no parlamento. Está tendo grande interesse em aprovar a reforma da Previdência. Ele está orientando Bolsonaro em como proceder no Congresso e esvaziou o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni", avalia o cientista político Adriano Oliveira, professor da UFPE.

Guedes
No caso de Paulo Guedes, o grande teste será a aprovação da Previdência, cuja tramitação ainda não começou porque o Congresso pressiona pelo texto que trata dos militares. Liberal convicto, o ministro teve que voltar atrás no plano de apresentar uma PEC que desvincula e desindexa o orçamento da União, dos estados e dos municípios - que ficou conhecida como PEC do Pacto Federativo - para evitar que a pressão contrária à revisão de percentuais mínimos das despesas com saúde e educação contaminasse a tramitação das mudanças na aposentadoria.

"O grande desafio do governo Bolsonaro será a reforma da Previdência. Os militares são favoráveis. Paulo Guedes a tem como sua principal bandeira. E você só tem como dar resultados econômicos a partir dessa reforma", lembra Adriano Oliveira. Ele não descarta, porém, que atitudes da ala mais ideológica possa trazer instabilidade para o texto.

Arrumação
Para Priscila Lapa, o primeiro ano do governo ainda será muito marcado por uma dificuldade de arrumação, embora a tendência seja de essas disputas se acomodarem com o tempo. "O governo ainda vai precisar de muitos momentos de arrumação. Dependendo do capital político gasto na aprovação da Previdência, o presidente também pode ser obrigado a fazer novos ajustes na composição política da sua gestão, inclusive para acomodar demandas dos parlamentares", afirma.

Prefeito de Afogados da Ingazeira e presidente da Amupe, José Patriota (PSB), esteve em reunião com prefeitos, em Bom Conselho
Prefeito de Afogados da Ingazeira e presidente da Amupe, José Patriota (PSB), esteve em reunião com prefeitos, em Bom ConselhoFoto: Divulgação

Prefeitos e representantes de diversos segmentos planejam encontro com a bancada federal pernambucana, através da articulação da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), em data da reunião ainda está sendo confirmada. Antes disso, reuniões  preparativas já estão mobilizando os gestores municipais.

O presidente da Amupe e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), esteve no município de Bom Conselho, nesta quinta (14), participar, junto com os prefeitos da região, de uma reunião de trabalho onde foram apresentados os principais problemas do segmento responsável pela principal cadeia produtiva local, os produtores de leite. O objetivo é envolver os parlamentes e outros agentes políticos na luta para reerguer esse e outros setores.

“Os produtores rurais fizeram um resumo do sofrimento, da agonia, da caminhada. Eu fico pensando como é difícil trabalhar os sete dias da semana - quem é produtor tem que cuidar todo dia. Apesar da seca, apesar do leite importado, apesar dos incentivos fiscais, apesar da falta de incentivo, vocês são uns heróis, uns guerreiros. Parabéns aos produtores e produtoras que estão de pé! O desafio é grande, o movimento está bonito, mas tem que manter a organização permanente. Essa discussão tem que ser constante”, pontuou José Patriota.

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O presidente da Amupe explicou que não há emprego de incentivo mais barato que o do campo, cujo retorno do investimento por parte dos governos é mais garantido. “E o caráter distributivo, vários produtores, várias propriedades, várias famílias, vários municípios beneficiados. A gente precisa rever para estruturar uma política institucional, regional e estadual (de incentivos). Precisa de organização permanente. Essa força não pode ser no momento do aperto; tem que ficar permanentemente mobilizado; assessorado tecnicamente com argumentos fortes. É preciso ter sempre essa vigilância. O produtor precisa continuar se modernizando, aperfeiçoando e se juntando para fazer aquilo que é preciso”, defendeu.

Também participaram do encontro os prefeitos Dannilo Godoy (Bom Conselho), Débora Almeida (São Bento do Una/secretária da Mulher da Amupe), Luiz Aroldo (Águas Belas/conselheiro fiscal da Amupe), Osório Filho (Pedra), Walmir do Leite (Paranatama), Nogueira (Calçados), Ednaldo Peixoto (Jucati), Marcelo Neves (Palmerina), Tonho de Lula (Iati), Douglas Duarte (Angelim), Cristiano Martins (Quipapá), Neide Reino (Capoeiras) e Ulias Leal (Alagoinha); além dos ex-prefeitos Sandoval Cadengue (Brejão) e João Mendonça (Belo Jardim) e do secretário de Desenvolvimento Agrário, Dilson Peixoto. O presidente da Associação dos Municípios Alagoanos, Hugo Wanderley, foi à Bom Conselho especialmente para o ato, junto com outros prefeitos do estado.

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Sudene
SudeneFoto: Arthur Mota/arquivo folha

A conferência internacional ”Plataforma Eu-Celac Innov-Al”, a ser realizada de 19 a 20 deste mês, no auditório da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE) em Recife, discutirá a promoção de políticas descentralizadas de inovação no Brasil. A Sudene será responsável pela apresentação de uma agenda regional para o desenvolvimento da Região Nordeste do Brasil.

Trata-se de um projeto financiado pela União Europeia, com o objetivo de apoiar a disseminação e a troca de experiências e boas práticas da política regional europeia e de alcançar maior cooperação entre as autoridades de três estados brasileiros (Pará, Paraná e Pernambuco), além de três regiões parceiras da Europa (North-East Romania, na Romênia, Wielkopolska na Polônia e Tolna County, na Hungria).

O evento também terá a participação do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) como moderador do painel “Financiamento do desenvolvimento regional e inovação: a experiência do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e Banco da Amazônia”.

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Constam da programação, ainda, apresentações sobre experiências dos estados brasileiros participantes; explanações relativas à criação de uma base de conhecimento comum de Estratégias de Investigação e Inovação para uma Especialização Inteligente (RIS3) no Brasil; política regional do Brasil (Secretaria de Desenvolvimento Regional e Urbano/MDR); discussões e plano de ação. O encontro contará, ainda, com um workshop sobre a criação de uma perspectiva comum sobre RIS3.

A Conferência Final do projeto irá apresentar os resultados já alcançados até o momento e informar sobre a gestão de políticas de inovação em nível regional na Europa e na América Latina.

Prefeita Raquel Lyra participará do encontro, realizado pela Prefeitura de Caruaru
Prefeita Raquel Lyra participará do encontro, realizado pela Prefeitura de CaruaruFoto: Jorge Farias

Em alusão ao 24 de fevereiro de 1932, quando se celebra o dia em que as mulheres brasileiras conquistaram o direito ao voto, o município de Caruaru sediará, nesta sexta-feira (15), o 1º Encontro de Participação Política para Mulheres. O evento será realizado na Acic, das 08h às 17h. A ação promovida pela Prefeitura de Caruaru, através da Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM), é uma iniciativa inédita que contará com a participação de deputadas estaduais, prefeitas, gestoras públicas e vereadoras do estado de Pernambuco, além de representações de movimentos sociais, pesquisadoras e de instituições não governamentais.

Já estão confirmados os nomes das deputadas estaduais Gleide Ângelo (PSB), Carol Vergolino (PSOL) - uma das cinco mulheres do grupo de deputadas da chapa coletiva “Juntas”, Priscila Krause (DEM), Alessandra Vieira (PSDB), e o deputado Joel da Harpa (PP). De prefeitas, além de Raquel Lyra, de Caruaru, confirmaram: Maria Regina da Cunha (Itaíba); Maria Madalena Santos (Arcoverde); Mariana Mendes (Cumaru); Verônica Maria de Oliveira (Gameleira); Débora Luzinete Almeida (São Bento do Uma); Ana Célia Cabral (Surubim); Joelma Campos (Panelas). Além delas, vereadoras como Célia Cardoso (Arcoverde), Zefinha da Farmácia (Paranatama) e Zezé Parteira (Caruaru), junto com representantes de diversas entidades estarão presentes.

“O evento busca trazer a questão da participação política das mulheres, com a intenção de fortalecê-las e incentivá-las a se fazerem presentes em todas as esferas de discussão de políticas públicas. Decorridos 87 anos da conquista do voto feminino, vê-se que as mulheres, em grande parte, tem baixa representatividade na política partidária ocupando cargos de prefeitas, vereadoras, governadoras e senadoras”, destacou a secretária da SPM, Juliana Gouveia.

O encontro será voltado para gestores e funcionários municipais, profissionais e estudantes das áreas envolvidas (advogados, professores, assistentes sociais, psicólogos, etc.), além da sociedade civil, e contará também com a presença de representantes da OAB Caruaru. A estimativa de público é de aproximadamente 200 pessoas de Caruaru e cidades circunvizinhas. Para participar, não tem inscrição prévia, basta levar CPF no dia do encontro, já que o documento será solicitado para proceder com o credenciamento.

Serviço:
O quê? 1º Encontro de Participação Política para Mulheres.
Quando? Sexta-feira, 15 de março de 2019.
Onde? Associação Comercial e Empresarial de Caruaru (ACIC), localizada na Rua Armando da Fonte, nº 15 - Maurício de Nassau.
Horário? Das 08h às 17h

mulheres

Deputado federal Alexandre Frota
Deputado federal Alexandre FrotaFoto: Reprodução/Instagram

O clima pouco amistoso entre o deputado federal Alexandre Frota (PSL) e a família Bolsonaro ganhou um novo capítulo. Após afirmar ser "persona non grata" no Governo por ter pedido o afastamento do senador Flávio Bolsonaro (PSL) devido às denúncias envolvendo seu ex-assessor Fabrício Queiroz, o parlamentar voltou alimentar a desavença, na tarde desta quinta (14), no Twitter.

"Hoje encontrei o @FlavioBolsonaro ele me confirmou que o Pai ficou chateado comigo foi a terceira pessoa que veio me dar o recado .Ok recado dado .@jairbolsonaro @PSL_Nacional @pslnacamara @governodobrasil @SenadoFederal @camaradeputados Mas eu continuarei lutando aqui", twitou o deputado.

Persona non grata - Frota havia revelado, em outra postagem no Twitter, que não é bem quisto na família Bolsonaro. “Hoje, depois de 4 anos de dedicação, recebi a informação que sou persona non grata no Governo Bolsonaro por eu defender a prisão do Queiroz, que confessou rachar os salários de funcionários e por ter perdido do afastamento do senador [Flávio Bolsonaro] para ele apenas se defender”, escreveu, marcando a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) e Jair Bolsonaro na publicação.


Confira:

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No encontro, ficou decidido que o Novo lançará candidato a prefeito em Recife no próximo ano.
No encontro, ficou decidido que o Novo lançará candidato a prefeito em Recife no próximo ano.Foto: Divulgação

O diretório estadual do Partido Novo em Pernambuco promoveu reunião dos filiados, nesta quarta-feira (13), para tratar da prestação de pontas, do aumento da legenda no Estado e do planejamento estratégico para as eleições de 2020. No encontro, ficou decidido que o Novo lançará candidato a prefeito em Recife no próximo ano.

A reunião contou com a presença do filiado Edmilson Coutinho, Augusto Calado, presidente do Diretório Estadual no Estado, além de Charbel Maroun e José Elias que foram candidatos a deputado federal pela legenda em 2018. m dos filiados que participou da reunião revelou á reportagem da Folha de Pernambuco que o nome mais cotado é o de Charbel Maroun.

*Com informações de Luiza Alencar, da editoria de Política.

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