Entrevista

Cleo Pires falou sobre feminismo, projetos de carreira e projeto social em entrevista ao site RJ
Cleo Pires falou sobre feminismo, projetos de carreira e projeto social em entrevista ao site RJFoto: Paloma Amorim/Divulgação

Alvo de várias polêmicas e cheia de atitude, Cleo Pires veio ao Recife especialmente para o Baile da Avina/Vogue, que arrecadou verba para a construção de uma cisterna no Sertão pernambucano, sexta (20), na Arcádia Boa Viagem. Em papo com o site RJ, ela falou sobre os novos projetos da carreira, tanto musical quanto de atriz, sobre feminismo e seu projeto social na África. Confira: 

Projetos musicais

"Eu to num projeto pessoal, em estúdio, com um produtor, desenvolvendo meu som, descobrindo. Eu gosto de muita coisa e eu nunca trabalhei com isso. Eu tô só descobrindo, fazendo o que eu amo."

Atuação

"Eu não vou fazer nada como atriz agora, mas eu tenho três filmes para lançar. Acho que todos o ano que vem."

Feminismo

"Eu não sou muito, normalmente, a favor de rótulos. Mas eu me considero feminista. Eu acho que a gente precisa de feminismo quando você é julgada pela roupa que você usa, quando você é culpada por alguém querer abusar de você, quando você, por ser mulher, tem uma atitude sexual e te julgam por isso, e, se fosse homem, não te julgassem. Então eu acho que a gente precisa do feminismo , e eu tenho muito orgulho de me achar e de me sentir feminista."

Sobre o Recife

"Eu sempre venho a trabalho, não conheço muito, mas adoro a comida, que é uma coisa a qual eu me apego nos lugares que vou."

Baile da Avina/Vogue

"Mas neste evento, especificamente, teve uma coisa que me tocou muito, que é um projeto para arrecadar fundos para uma cisterna e para levar água para uma escola pública. Eu tenho um projeto muito parecido em Cabo Verde, na África. E a gente sempre fala que a gente quer trazer para o Sertão do Brasil. Pra mim é interessante estar aqui, conhecendo as pessoas que fazem isso, de forma idônea, e participar, contribuir de alguma forma."

Revelações da musa fitness, Gabriela Pugliesi, para a amiga, Maria Gonzalez, a Baianinha
Revelações da musa fitness, Gabriela Pugliesi, para a amiga, Maria Gonzalez, a BaianinhaFoto: Reprodução

Virou moda entre os famosos revelar intimidades em entrevista no Youtube. A mais nova a contar seus feitos "proibidos" foi Gabriela Pugliesi. Em papo com a amiga Mari Gonzalez, conhecida como Baianinha, a usa fitness confessou que já transou no avião e que um pai de santo previu que ela se casaria duas vezes. La Pugliesi, sem vergonha alguma, também disse que já soltou um pum em um primeiro encontro.

O ator bateu um papo com o site RJ nesta quinta-feira (17)
O ator bateu um papo com o site RJ nesta quinta-feira (17)Foto: FolhaPE

Bruno Garcia bateu um papo, na tarde desta quinta-feira (17), com o site Roberta Jungmann, após participação na Rádio Folha 96,7 FM, no programa "Folha na Tarde", com Patrícia Breda. O ator falou sobre a peça “História de Nós 2”, que ele apresenta com a atriz Alexandra Richter no Recife, nesta sexta (18) e neste sábado (19), no Teatro RioMar. Na conversa, os atuais projetos e a passagem pelo Recife. Confira:

 

Luz
LuzFoto: Rafael Bandeira/FolhaPE

Viver o apóstolo João marcou a vida do modelo, ator e Dj, Jesus Luz. Ainda em êxtase, ele enche os olhos para falar sobre o momento que viveu nas muralhas do teatro de Nova Jerusalém. Filho de uma pastora, com nome do todo poderoso, Jesus conversou com o site RJ sobre a vida, a filha de menos de um ano, a esposa e também DJ Carol Ramiro, além da mulher que o levou a ascensão e jamais vai sair das páginas da vida do rapaz: Madonna.


Reynaldo Fonseca abriu as portas da casa para o site RJ
Reynaldo Fonseca abriu as portas da casa para o site RJFoto: Raquel Melo


A colunista e titular deste site, a jornalista Roberta Jungmann, conversou com o pintor Reynaldo Fonseca, que abriu as portas da sua casa, mostrou seu acervo e falou sobre a sua vida e obra. Confira o vídeo:

 

 

Cristina Amaral esteve na Folha de Pernambuco, onde conversou com Roberta Jungmann sobre o novo show
Cristina Amaral esteve na Folha de Pernambuco, onde conversou com Roberta Jungmann sobre o novo showFoto: Raquel Melo

A colunista e titular deste site, a jornalista Roberta Jungmann, conversou com a cantora Cristina Amaral, que sobe ao palco do Teatro de Santa Isabel, deste sábado (21), com o show "Para Núbia, Com Amor, Cristina". Uma grande homenagem aos 80 anos da diva Núbia Lafayette, que morreu há exatos dez anos. Confira o bate-papo com a artista! 

 

Aerosmith concedeu entrevista exclusiva à Folha
Aerosmith concedeu entrevista exclusiva à FolhaFoto: Divulgação

Por: Camila Estephania, da Folha de Pernambuco

Há 46 anos na estrada com sua formação original, a banda norte-americana Aerosmith ensaia o seu o ato final com a turnê “Rock’n’Roll Rumble - Aerosmith Style 2016”, que chega nesta sexta-feira (21), a partir das 22h, ao Classic Hall, em Olinda. Em entrevista exclusiva no Brasil para a Folha de Pernambuco, o vocalista Steven Tyler confirmou que esta será a última turnê do grupo, que ainda é formado pelos guitarristas Joe Perry e Brad Whitford, o baixista Tom Hamilton e o baterista Joey Krammer. (Matéria completa no portal da Folha de Pernambuco):

Como foram os shows no Brasil até agora e o que podemos esperar para o Recife?

Tyler: Boa pergunta. Os shows pegaram fogo como não víamos desde a última turnê, porque a plateia tem tanta paixão, parece como o começo da carreira, quando estávamos tentando consolidar o Aerosmith nos Estados Unidos e tentando fazer nossas canções irem para os estádios, até que tudo foi ficando maior. Temos reunido 40, 50 mil espectadores e isso tem sido incrível.

Vocês já fizeram uma turnê com o título de “Global Warming” e alertaram o público sobre o câncer de mama nos shows pelo País. Que tipo de causas interessam a vocês?

Tyler: Tenho minha própria caridade chamada Janie’s Fund, que presta assistência a garotas que foram abusadas. O câncer de mama é uma causa importantíssima para o mundo todo e a gente já vinha tratando de maneira muito séria através da fundação. Como o show de Porto Alegre foi no dia D do combate à doença, toquei “Pink” em homenagem ao Outubro Rosa. Mas sobre a Global Warming Tour, era mais uma brincadeira do Aerosmith para colocar fogo no público. Claro que estamos preocupados com o aquecimento global, Davis Guggenheim é um grande amigo meu e fez o filme “Uma Verdade Inconveniente” e sabemos que é uma grande questão, porque muitas pessoas vivem suas vidas sem se dar conta do que acontece.

Esta será mesmo a última turnê do Aerosmith? Como você avalia os mais de 40 anos de banda?

Tyler: Todos esses anos que a gente esteve juntos foram de muita alegria. Somos uma banda como qualquer outra, escrevemos músicas e esperamos que as pessoas curtam. É uma jornada fabulosa, escrevemos músicas esperando que as pessoas se conectem. Quando toca na rádio é como se as pessoas sentissem o que a gente sentiu ao tocar as músicas e isso faz chorar por dentro, vai além da lua. É algo muito doce e nos deu continuidade e força para fazer ainda melhor. Mas sim, é a nossa última turnê, pelo menos por enquanto.

Vocês explodiram nos anos de 1970 e foram emplacando novos hits ao logo das décadas. Estiveram na playlist dos jovens também dos anos de 1990, 2000. A que você atribui essa renovação de público?

Tyler: De todos os álbuns que já fizemos, tiramos a energia do amor e da loucura das pessoas e as pessoas ficaram loucas com a nossa música de volta. Como a energia boa, eles não podem esperar para retribuir o que eles sentem. De lá para cá, a sonoridade da banda mudou bastante, mas muitos fãs do começo acompanham o grupo até hoje também... Eu espero que os fãs se apaixonem pelo sentimento que têm com o Aerosmith. Esperamos só ficarmos melhores, ainda não lançamos nosso melhor álbum. Me sinto muito agradecido e honrado por ter fãs desde o começo que ainda amam as nossas novas músicas e não sei explicar o porquê, mas imagino que eles se sintam da mesma maneira que eu me sinto quando escuto Joe Perry. Eu nunca fiquei cansado de ouvir Joe Perry tocar a guitarra dele, sou um grande fã. Sou um grande fã de Jeff Beck, não importa o que ele faça, é o Jeff Beck. Acho que os fãs se envolvem e se apaixonam pelo sentimento que o Aerosmith traz.

Sendo parte de uma banda que influenciou vários outros grupos, como você enxerga o cenário da música contemporânea?

Tyler: As pessoas estão fazendo música de maneiras diferentes. Fazem música no computador, mash-ups. Algumas pessoas fazem música tocando em boates para sempre até isso se tornar uma linguagem. O nosso jeito de fazer música era tirando pedaços de gente como The Yardbirds, Chuck Berry, Jimmy Page no Led Zeppelin, até mesmo da música clássica, como Beethoven, para criar a nossa própria linguagem em músicas como “Dream On” e “Train Kept A-Rollin’”. E graças a Deus deu certo!

Alok entre as atrações mais aguardadas do King Festival
Alok entre as atrações mais aguardadas do King FestivalFoto: Divulgação

Alok Petrillo, brasileiro nascido no Distrito Federal, é filho de Ekanta e Swarup, dois DJs pioneiros da música eletrônica nacional. Desde cedo, já acompanhava os pais pelos diversos festivais na cena brasileira. Em 2014, Alok foi escolhido pela Revista House Mag como o DJ número 1 do Brasil, e recebeu o prêmio de melhor DJ pelo selo RMC (Rio Music Conference). Tornou-se ativo na cena internacional ao tocar em 4 continentes. Alcançou, em 2015, a posição #44 no TOP 100 da DJ Mag e hoje acumula milhões de visualizações no Youtube, milhares de fãs nas redes sociais, e apresentações mensais para mais de 200 mil pessoas. Esse grande DJ é uma das atrações mais aguardadas no King Festival, neste sábado (15), na área externa do Centro de Convenções, e tem agenda marcada no Recife até o Carnaval. Em entrevista ao site Roberta Jungmann falou um sobre a carreira, gostos musicais e sobre sua apresentação no King.

RJ: O que é o seu Brazilian Bass, e como ele vem sendo recepcionado pelo público e outros profissionais da área?

Alok: As pessoas sempre me rotularam de várias formas, DJ de house, deep house e techno, etc. Eram termos amplos e meu som sempre teve um diferencial, aí eu percebi, então, que era melhor arrumar um novo termo. Com o bass em evidência e a nacionalidade, optei pelo Brazilian Bass.

RJ: A porta para os DJ's brasileiros no mercado internacional está aberto? Você acredita que contribuiu com esse movimento?

Alok: Acredito que sim. O alcance da música através da internet conseguiu atingir um número incomensurável de pessoas em todas as partes do Brasil despertando novos talentos. Despertou tantos que acabamos criando nossa própria gravadora, a UP Club Records.

RJ: Você escuta muito som por aí. Algum DJ em especial que você nos indique ficar de olho pelos próximos meses?

Alok: Liu é um dos produtores na qual venho acreditando muito.

 

Alok trará novidades ao Kink Festival

Foto: Alok trará novidades ao Kink Festival
Créditos: Alisson Demetrio/Divulgação

 RJ: Alguma referência da música pernambucana que te inspire? Goste? Ou já ouviu muito?

Alok: Luiz Gonzaga talvez seja a minha principal referência de música pernambucana, e como todo som de identidade cultural, com certeza. Gosto sim.

RJ: Qual/quais conselho(s) você daria para algum DJ que esteja no início da carreira ou pensando em ingressar na área?

Alok: Dedicação paralela à outra atividade, como escola e faculdade, até que a identidade com a música seja de fato o principal motivo a incentivar a seguir a carreira. Como qualquer profissão, a de DJ exige uma identificação para despertar melhor o talento e isso depende muito de dedicação.

RJ: Caso o nosso leitor ainda esteja em dúvida sobre ir ou não para o King Festival, o que você diria para convencê-lo a ir? O que pode adiantar sobre a apresentação no King Festival?

Alok: Acabo de voltar de várias viagens com muita referência convertida em música. Algumas dessas músicas vou mostrar pra galera de Recife especialmente no King Festival!